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quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Análise: Homefront
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A História que os EUA nunca foram invadidos, mesmo sendo uma das nações que mais entrou em guerras desde a época da Roma antiga. Mesmo com o ataque a Pearl Harbor durante a Segunda Guerra Mundial o país foi defendido e os invasores japoneses expulsos. Depois disso, só as tropas americanas foram a territórios inimigos, como o Vietnã, Iraque e, mais recentemente, Afeganistão - tudo bem longe do conforto dos subúrbios norte-americanos.
Foi imaginando como seria uma guerra por lá que surgiu "Homefront", o jogo do Kaos Studio (o mesmo de "Frontlines: Fuel of War"). O conto escrito por John Milius, um dos roteiristas de "Apocalyspe Now", não é apenas crível, como também baseado nos movimentos de um "novo inimigo em potencial": a Coreia. Era grande o potencial da produção, mas acabou sendo desperdiçado.
Guerra sem precedentes
"Homefront" se passa no ano de 2027 e mostra como seria se as Coreias do Sul e do Norte se unissem em uma batalha contra o resto do mundo. A união da tecnologia com a força bélica dos dois países acabou arrasando a Oceania, Japão e chegando à costa oeste dos EUA, acabando com a vida pacífica dos norte-americanos.
e por um lado a destruição, violência e desolação são bastante impactantes, por outro o clichê do patriotismo sem limites também se faz presente e segue até o fim do modo de campanha. O jogador controla Richard Jacobs, um piloto de avião que vive no estado do Colorado e é resgatado por um pequeno grupo rebelde que luta para ajudar a salvar o país da invasão inimiga.
Os diálogos cheios de emoção e "amor à pátria" se embrenham com cenas de violência contra homens, mulheres e crianças indefesas, tentando fazer com que o jogador se ligue aos personagens e sua desgraça. No início isso até funciona, porém, com o avanço da história acaba se tornando incômodo e exagerado. Quando as coisas começam a esquentar pra valer a história acaba abruptamente, mas com um gancho para uma continuação. No total são quase cinco horas de campanha - ou seja, nem muito curto, nem longo demais.
O maior problema do jogo é que ele não se difere de outros títulos do gênero. Tudo que está na lista de "Call of Duty" está aqui: batalhas com rifle sniper, missões sorrateiras, uma sequencia de helicóptero e muito corre-e-esconde para se manter vivo. Isso não é de fato uma coisa ruim, mas a verdade é que "Homefront" também não traz nada de novo para torná-lo único.
Os controles são bem precisos e competentes e não vão atrapalhar, o problema é que quase todas as missões possuem trechos que o jogador deve seguir aliados que não ajudam em nada e nem sequer atiram em inimigos bem à sua frente. Por sorte eles também não morrem, afinal, todos os inimigos sabem que a verdadeira ameaça é Jacobs (ou seja, você) e, sendo assim, concentram os disparos nele.Já os gráficos também não surpreendem e são pontuados com algumas texturas em baixa resolução típicas do início da atual geração de consoles, muito distantes de games mais novos, como "Crysis 2", "Killzone 3" e "Halo: Reach". Para piorar esse aspecto técnico, não são raros os momentos com queda de quadros de animação.
O modo multiplayer é a grande estrela, com mapas bem trabalhados e desenvolvimento de personagem bastante competente. Conforme adversários são eliminados e tarefas como capturar a bandeira são cumpridas, o jogador recebe pontos para gastar com melhorias, como um colete à prova de balas, tanques de guerra e ataques aéreos - um quê de "Counter-Strike", mas com mais opções. O modo de evolução segue a cartilha de "Call of Duty", com novas armas habilitadas a cada nível alcançado. Entretanto a variedade não é tão grande.
A História que os EUA nunca foram invadidos, mesmo sendo uma das nações que mais entrou em guerras desde a época da Roma antiga. Mesmo com o ataque a Pearl Harbor durante a Segunda Guerra Mundial o país foi defendido e os invasores japoneses expulsos. Depois disso, só as tropas americanas foram a territórios inimigos, como o Vietnã, Iraque e, mais recentemente, Afeganistão - tudo bem longe do conforto dos subúrbios norte-americanos.
Foi imaginando como seria uma guerra por lá que surgiu "Homefront", o jogo do Kaos Studio (o mesmo de "Frontlines: Fuel of War"). O conto escrito por John Milius, um dos roteiristas de "Apocalyspe Now", não é apenas crível, como também baseado nos movimentos de um "novo inimigo em potencial": a Coreia. Era grande o potencial da produção, mas acabou sendo desperdiçado.
Guerra sem precedentes
"Homefront" se passa no ano de 2027 e mostra como seria se as Coreias do Sul e do Norte se unissem em uma batalha contra o resto do mundo. A união da tecnologia com a força bélica dos dois países acabou arrasando a Oceania, Japão e chegando à costa oeste dos EUA, acabando com a vida pacífica dos norte-americanos.
e por um lado a destruição, violência e desolação são bastante impactantes, por outro o clichê do patriotismo sem limites também se faz presente e segue até o fim do modo de campanha. O jogador controla Richard Jacobs, um piloto de avião que vive no estado do Colorado e é resgatado por um pequeno grupo rebelde que luta para ajudar a salvar o país da invasão inimiga.
Os diálogos cheios de emoção e "amor à pátria" se embrenham com cenas de violência contra homens, mulheres e crianças indefesas, tentando fazer com que o jogador se ligue aos personagens e sua desgraça. No início isso até funciona, porém, com o avanço da história acaba se tornando incômodo e exagerado. Quando as coisas começam a esquentar pra valer a história acaba abruptamente, mas com um gancho para uma continuação. No total são quase cinco horas de campanha - ou seja, nem muito curto, nem longo demais.
O maior problema do jogo é que ele não se difere de outros títulos do gênero. Tudo que está na lista de "Call of Duty" está aqui: batalhas com rifle sniper, missões sorrateiras, uma sequencia de helicóptero e muito corre-e-esconde para se manter vivo. Isso não é de fato uma coisa ruim, mas a verdade é que "Homefront" também não traz nada de novo para torná-lo único.
Os controles são bem precisos e competentes e não vão atrapalhar, o problema é que quase todas as missões possuem trechos que o jogador deve seguir aliados que não ajudam em nada e nem sequer atiram em inimigos bem à sua frente. Por sorte eles também não morrem, afinal, todos os inimigos sabem que a verdadeira ameaça é Jacobs (ou seja, você) e, sendo assim, concentram os disparos nele.Já os gráficos também não surpreendem e são pontuados com algumas texturas em baixa resolução típicas do início da atual geração de consoles, muito distantes de games mais novos, como "Crysis 2", "Killzone 3" e "Halo: Reach". Para piorar esse aspecto técnico, não são raros os momentos com queda de quadros de animação.
O modo multiplayer é a grande estrela, com mapas bem trabalhados e desenvolvimento de personagem bastante competente. Conforme adversários são eliminados e tarefas como capturar a bandeira são cumpridas, o jogador recebe pontos para gastar com melhorias, como um colete à prova de balas, tanques de guerra e ataques aéreos - um quê de "Counter-Strike", mas com mais opções. O modo de evolução segue a cartilha de "Call of Duty", com novas armas habilitadas a cada nível alcançado. Entretanto a variedade não é tão grande.
Sony descumpre prazo e diz agora que PSN volta até 31 de maio
Segue notícia , se gostou deixe 1 comentário :) :
Em conferência realizada no Japão no último dia 1º de maio, a Sony afirmou que parte dos serviços da rede online voltaria a funcionar até o fim da semana em questão. O prazo se esgotou no último sábado (8) e usuários do PlayStation 3 e PSP continuam recebendo o aviso de que o serviço está em manutenção ao tentar conectar a ele.
A Sony admitiu o engano e na noite da última sexta-feira (7) divulgou em comunicado oficial por meio dos blogs da linha PlayStation que, na ocasião da conferência no Japão, a empresa ainda não sabia exatamente o tamanho do ataque hacker realizado contra a PSN. O texto não dá nova data prevista para os serviços retornarem.
Contudo, em declaração ao site de notícias Bloomberg, no sábado (8), o porta-voz japonês Shigenori Yoshida disse que a empresa não tem ideia de quando retomará o serviço, mas que espera ter tudo funcionando plenamente até dia 31 de maio.
De acordo com o comunicado publicado nos blogs, a Sony está testando o novo sistema de segurança aplicado na PSN e que só o ligará de volta assim que conseguir testar as novas defesas de forma satisfatória.
Queda no PSN e vazamento de dados
O PlayStation Network ficou com seus serviços offline em todo o mundo desde o dia 21 de abril, impossibilitando que os jogadores utilizem os modos online de seus games, além de não conseguirem rodar games que usam autenticação online, casos de "Bionic Commando Rearmed 2" e "Final Fight: Double Impact". Outros problemas incluem também a falha na sincronização de troféus e acesso a loja PlayStation Store.
O motivo para o apagão da PSN foi uma "intrusão externa" da rede entre os dias 17 e 19 de abril. Segundo a Sony os dados de cerca de 77 milhões de usuários podem ter sido comprometidos, entretanto, a empresa afirma que ainda investiga o caso.
Depois de muita especulação sobre o vazamento de dados dos cartões de crédito dos usuários da PlayStation Network terem vazado ou não, Kaz Hirai, presidente da Sony Computer Entertainment Inc, declarou que 10 milhões de contas da rede tinham dados de cartões de crédito e que, mesmo não havendo provas, estes dados podem ter caído nas mãos de cibercriminosos.
Em conferência realizada no Japão no último dia 1º de maio, a Sony afirmou que parte dos serviços da rede online voltaria a funcionar até o fim da semana em questão. O prazo se esgotou no último sábado (8) e usuários do PlayStation 3 e PSP continuam recebendo o aviso de que o serviço está em manutenção ao tentar conectar a ele.
A Sony admitiu o engano e na noite da última sexta-feira (7) divulgou em comunicado oficial por meio dos blogs da linha PlayStation que, na ocasião da conferência no Japão, a empresa ainda não sabia exatamente o tamanho do ataque hacker realizado contra a PSN. O texto não dá nova data prevista para os serviços retornarem.
Contudo, em declaração ao site de notícias Bloomberg, no sábado (8), o porta-voz japonês Shigenori Yoshida disse que a empresa não tem ideia de quando retomará o serviço, mas que espera ter tudo funcionando plenamente até dia 31 de maio.
De acordo com o comunicado publicado nos blogs, a Sony está testando o novo sistema de segurança aplicado na PSN e que só o ligará de volta assim que conseguir testar as novas defesas de forma satisfatória.
Queda no PSN e vazamento de dados
O PlayStation Network ficou com seus serviços offline em todo o mundo desde o dia 21 de abril, impossibilitando que os jogadores utilizem os modos online de seus games, além de não conseguirem rodar games que usam autenticação online, casos de "Bionic Commando Rearmed 2" e "Final Fight: Double Impact". Outros problemas incluem também a falha na sincronização de troféus e acesso a loja PlayStation Store.
O motivo para o apagão da PSN foi uma "intrusão externa" da rede entre os dias 17 e 19 de abril. Segundo a Sony os dados de cerca de 77 milhões de usuários podem ter sido comprometidos, entretanto, a empresa afirma que ainda investiga o caso.
Depois de muita especulação sobre o vazamento de dados dos cartões de crédito dos usuários da PlayStation Network terem vazado ou não, Kaz Hirai, presidente da Sony Computer Entertainment Inc, declarou que 10 milhões de contas da rede tinham dados de cartões de crédito e que, mesmo não havendo provas, estes dados podem ter caído nas mãos de cibercriminosos.
Sony estuda formas de proteger dados dos usuários da PSN na América Latina
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Os usuários da PlayStation Network dos EUA podem dormir tranquilos, pois a Sony anunciou um plano de proteção de identidade que vai funcionar em todo território norte-americano. Mas as coisas não são tão fáceis de serem resolvidas em outros territórios, é o que afirna Mark Stanley, Gerente Geral da Sony para a América Latina no Blog oficial em espanhol.
Segundo ele, o processo para oferecer um plano similar é dificultado por diversos fatores “Cada país tem um procedimento diferente para os casos que tiverem problemas com suas contas”, disse. “Estamos analisando hoje as melhores possibilidades e soluções para nossos clientes da região e, quando tivermos este programa pronto para ser anunciado, forneceremos as particularidades dos serviços específicos de cada país e explicaremos como aderir ao programa. Nós daremos mais detalhes assim que possível”, concluiu.
A PlayStation Network foi invadida entre os dias 17 e 19 de abril e quando a Sony detectou os invasores em seu sistema, derrubou a rede para investigar o que aconteceu. Desde então foi descoberto que os dados de 77 milhões de contas cadastradas no sistema foram comprometidos, o que pode incluir os dados de 10 milhões de cartões de crédito. A Sony diz que não armazena o código verificador dos cartões (que permitem fazer compras online) e pede para que os usuários fiquem de olho em suas faturas.
A PlayStation Network está fora do ar há 20 dias e até o momento da publicação dessa notícia, não tem previsão para isso acontecer.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Análise Portal 2
Fla galera segue análise :
Era uma vez um jogo que nasceu como um experimento - um teste para a Source Engine, a ferramenta de criação de jogos da Valve Software. E o resultado foi além das expectativas, tanto que mereceu um lugarzinho no "Orange Box", uma coletânea que reuniu em um único disco "Team Fortress 2", "Half-Life 2" e seus dois episódios, além de "Portal" - o objeto de estudo.
Nascia ali um dos games mais revolucionários dos últimos anos que arrancou elogios da crítica e do público. Agora "Portal 2" tem a honra de chegar ao mercado em um disco próprio, trazendo consigo uma penca de novidades, quebrando paradigmas e, mais uma vez, superando expectativas.
Lá e cá
A Valve levou "Portal 2" muito a sério. A evolução em relação ao primeiro jogo é tão nítida e clara que, sob muitos aspectos, a impressão que fica é que houve um salto de geração. Os cenários são muito mais coloridos e variados, adicionando mais que o amarelo e azul dos portais ao 'branco hospital' dos laboratórios de Aperture - a instituição de pesquisas científica que Chell, a protagonista, vive sua aventura.
"Portal 2" coloca na prática (quase) tudo que se aprende em uma aula de física - só que de uma forma mais divertida e interessante. Munido com a Portal Gun, o jogador desafia as leis do tempo e espaço unindo dois pontos distintos com portas de entrada e saída. Um portal de entrada pode ser colocado em uma parede próxima ao jogador e sua saída no teto do outro lado da sala - isso é a teoria dos 'buracos de minhoca' aplicada na prática.
Agora existem diversos elementos que dão vida ao jogo, como as cores vivas e berrantes dos emulsificantes descobertos no centro do planeta. Esses líquidos fazem parte integrante da aventura pois, além de criar novos quebra-cabeças, explicam o passado dos experimentos científicos.
Na prática, cada líquido altera a forma que o ambiente funciona. O gel azul permite pular mais alto, já o laranja faz com que Chell corra mais rápido e o branco permite criar portais em locais que antes eram impossíveis. Pintar o cenário com esses produtos é um desafio que é capaz de queimar neurônios, mas que é infinitamente divertido.
No modo cooperativo online o desafio e a diversão são multiplicados. Cada jogador controla um robô de testes e eles devem passar por desafios que exigem trabalho em equipe. Enquanto um cria um portal para ajudar o companheiro a alcançar uma área fora de seu ângulo de visão, o outro leva uma caixa para colocar no botão que abre a porta para a próxima área. Isso é um dos desafios básicos, conforme os robôs vão seguindo em frente, mais cabeludas são as tarefas para seguir em frente.
A grande novidade nessa parte é a união entre os jogadores de PC e de PlayStation 3 com o Steam - a rede da Valve que faz o intermédio entre as duas plataformas . Além de permitir a jogatina entre plataformas tão distintas, o game permite fazer chat de voz e texto, além de poder começar a jogar no console e terminar no computador. É uma pena que os jogadores de Xbox 360 ficaram de fora da festa .
Inimigo meu
A maior estrela, no entanto, é a história do jogo - principalmente para aqueles que jogaram o primeiro game. Aperture está em estado decadente depois que GLaDOS 'morreu' - quer dizer, depois que Chell acabou com ela. Sob cuidados dos sistemas redundantes a instituição acabou tomada pela natureza, com plantas e rochas surgindo em diversos locais do laboratório.
Um dos "amigos" de Chell é Wentley, um robô com forma de olho que não para de falar. Ele tenta tirá-la das instalações, mas acaba reativando GLaDOS por engano. É importante notar que esses robôs são dotados de inteligência artificial muito avançada, possuindo até personalidade e senso de humor. No caso de sua nêmese, o caso é ainda mais intrigante, pois ela nutre sentimentos tipicamente humanos, como a raiva e vontade de se vingar.
Os diálogos são permeados com humor sarcástico, inteligente e cheio de referências ao primeiro game. É praticamente impossível não ficar com um sorriso no canto da boca a cada comentário feito pelas máquinas. O melhor é que o game tem um desenrolar genial e um desfecho simplesmente fantástico, com direito a uma música bacana, "Want You Gone" - mas não tão cativante quanto "Still Alive".
Era uma vez um jogo que nasceu como um experimento - um teste para a Source Engine, a ferramenta de criação de jogos da Valve Software. E o resultado foi além das expectativas, tanto que mereceu um lugarzinho no "Orange Box", uma coletânea que reuniu em um único disco "Team Fortress 2", "Half-Life 2" e seus dois episódios, além de "Portal" - o objeto de estudo.
Nascia ali um dos games mais revolucionários dos últimos anos que arrancou elogios da crítica e do público. Agora "Portal 2" tem a honra de chegar ao mercado em um disco próprio, trazendo consigo uma penca de novidades, quebrando paradigmas e, mais uma vez, superando expectativas.
Lá e cá
A Valve levou "Portal 2" muito a sério. A evolução em relação ao primeiro jogo é tão nítida e clara que, sob muitos aspectos, a impressão que fica é que houve um salto de geração. Os cenários são muito mais coloridos e variados, adicionando mais que o amarelo e azul dos portais ao 'branco hospital' dos laboratórios de Aperture - a instituição de pesquisas científica que Chell, a protagonista, vive sua aventura.
"Portal 2" coloca na prática (quase) tudo que se aprende em uma aula de física - só que de uma forma mais divertida e interessante. Munido com a Portal Gun, o jogador desafia as leis do tempo e espaço unindo dois pontos distintos com portas de entrada e saída. Um portal de entrada pode ser colocado em uma parede próxima ao jogador e sua saída no teto do outro lado da sala - isso é a teoria dos 'buracos de minhoca' aplicada na prática.
Assim como o primeiro jogo, a dificuldade dos quebra-cabeças é progressiva e vai além de cruzar distâncias. Às vezes é necessário usar as aberturas para alcançar plataformas, em outras ocasiões é necessário ganhar impulso para saltar grandes distâncias, e esses elementos vão se acumulando com novos truques que são ensinados em cada nova área descoberta. Os portais podem ser usados para desativar robôs, mudar a trajetória de raios de luz ou escapar de armadilhas.
Agora existem diversos elementos que dão vida ao jogo, como as cores vivas e berrantes dos emulsificantes descobertos no centro do planeta. Esses líquidos fazem parte integrante da aventura pois, além de criar novos quebra-cabeças, explicam o passado dos experimentos científicos.
Na prática, cada líquido altera a forma que o ambiente funciona. O gel azul permite pular mais alto, já o laranja faz com que Chell corra mais rápido e o branco permite criar portais em locais que antes eram impossíveis. Pintar o cenário com esses produtos é um desafio que é capaz de queimar neurônios, mas que é infinitamente divertido.
No modo cooperativo online o desafio e a diversão são multiplicados. Cada jogador controla um robô de testes e eles devem passar por desafios que exigem trabalho em equipe. Enquanto um cria um portal para ajudar o companheiro a alcançar uma área fora de seu ângulo de visão, o outro leva uma caixa para colocar no botão que abre a porta para a próxima área. Isso é um dos desafios básicos, conforme os robôs vão seguindo em frente, mais cabeludas são as tarefas para seguir em frente.
A grande novidade nessa parte é a união entre os jogadores de PC e de PlayStation 3 com o Steam - a rede da Valve que faz o intermédio entre as duas plataformas . Além de permitir a jogatina entre plataformas tão distintas, o game permite fazer chat de voz e texto, além de poder começar a jogar no console e terminar no computador. É uma pena que os jogadores de Xbox 360 ficaram de fora da festa .
Inimigo meu
A maior estrela, no entanto, é a história do jogo - principalmente para aqueles que jogaram o primeiro game. Aperture está em estado decadente depois que GLaDOS 'morreu' - quer dizer, depois que Chell acabou com ela. Sob cuidados dos sistemas redundantes a instituição acabou tomada pela natureza, com plantas e rochas surgindo em diversos locais do laboratório.
Um dos "amigos" de Chell é Wentley, um robô com forma de olho que não para de falar. Ele tenta tirá-la das instalações, mas acaba reativando GLaDOS por engano. É importante notar que esses robôs são dotados de inteligência artificial muito avançada, possuindo até personalidade e senso de humor. No caso de sua nêmese, o caso é ainda mais intrigante, pois ela nutre sentimentos tipicamente humanos, como a raiva e vontade de se vingar.
Os diálogos são permeados com humor sarcástico, inteligente e cheio de referências ao primeiro game. É praticamente impossível não ficar com um sorriso no canto da boca a cada comentário feito pelas máquinas. O melhor é que o game tem um desenrolar genial e um desfecho simplesmente fantástico, com direito a uma música bacana, "Want You Gone" - mas não tão cativante quanto "Still Alive".
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Análise Mortal Kombat 9
Segue análise :
Sucesso absoluto na década de 90, a série de luta "Mortal Kombat" rivalizou com "Street Fighter" no período pelo título de franquia de pancadaria mais popular, deixando para trás até outros nomes fortes, como "King of Fighters" e "Tekken".
A história mudou nos anos 2000: enquanto "Street Fighter" tirou uma bem merecida soneca, "Mortal Kombat" cambaleou com jogos em 3D medíocres, que só serviram para enroscar o enredo da grife e colecionar críticas ruins e ideias ainda piores. Por exemplo, um dos games dessa época tinha minigames de corrida e quebra-cabeça com visuais fofinhos, fugindo totalmente da proposta violenta pela qual a cria de Ed Boon e John Tobias sempre se caracterizou.
Ao passo que "Street Fighter" se renovou nos últimos dois anos com um quarto episódio canônico, "MK" busca neste nono título fazer o mesmo. A receita é simples: voltar às origens, resgatando o carisma dos personagens e, principalmente, a violência brutal e visceral que assustou tanta gente lá em 1992. O resultado não poderia ser diferente: sucesso absoluto.
Novo kombate; espírito retrô
Este novo "Mortal Kombat" faz cara feia, mas não renega o passado abominável. Logo de cara, a história dá um jeito de remendar as coisas, usando o artifício de viagem no tempo: o deus do trovão Raiden avisa a si mesmo no passado sobre o terrível desfecho da série de torneios Mortal Kombat, advertindo-o para que corrija as burradas e, de quebra, salve o planeta Terra e todo mundo nele.
O truque serve para que os produtores nos levem de volta ao período de ouro da série: os três primeiros episódios. O plantel reflete isso, trazendo de volta todos os lutadores da trilogia - acompanhados de duas surpresas, sendo um velho conhecido e outro totalmente inédito, mas não menos empolgante.
Os gráficos empregam tecnologia 3D de alta qualidade, usando a popular Unreal Engine para proporcionar lutadores cheios de detalhes, com roupas e peles que se rasgam, exibindo hematomas e feridas grotescas, assim também como cenários suntuosos, igualmente repletos de minúcias, elementos animados e efeitos de luz. Visualmente, "Mortal Kombat" é um jogo saboroso, novamente fazendo rivalidade a "Street Fighter IV" e seu estilo artístico único.
Modernidade impera no visual, mas isso não acontece na mecânica, que segue na contramão e coloca a série de volta nos eixos bidimensionais que a catapultaram para o estrelato. Ou seja, "Mortal Kombat" é um jogo de luta 2D, à moda antiga mesmo, com golpes simples de executar e mecânicas inéditas que renovam a série.
A base de tudo é uma barra na parte de baixo da tela, dividida em três partes. Conforme se dá e leva porradas ela enche, possibilitando usar versões melhoradas de seus golpes especiais, contragolpes e os ataques de Raio-X, principal novidade pensada por Ed Boon, que consiste em uma série devastadora de golpes, que mostram o esqueleto do adversário rachando no impacto, para causar aquela sensação de espanto e desgosto tão marcante na franquia.

"MK" ainda apresenta também combates entre duplas, possibilitando mudar entre um e outro 'kombatente' a qualquer momento e até mesmo realizar combos e chamar o colega para rápidas assistências - isso, bem ao estilo "Marvel vs. Capcom".
De maneira geral, o sistema foge das complicações extremamente técnicas de games como "King of Fighters" ou mesmo "Street Fighter", mas consegue também ser o mais estratégico "MK" já feito - não à toa, é o primeiro game da série que será usado oficialmente em torneios de jogos de luta no exterior.
Opções sem fim
"Mortal Kombat" acerta em cheio ao resgatar dezenas de personagens queridos e jogá-los de volta para arrancarem o couro um do outro em arenas 2D, mas a galera da produtora NetherRealm sabia que isso não seria o bastante para limpar de vez o nome da série depois de tantos tropeços no passado. Assim, o estúdio tratou de caprichar: o disco apresenta uma imensa quantidade de conteúdo, que aparece na forma de variados modos de partida, disputas online e muito, muito material extra, que vai desde roupas e Fatalities adicionais, até músicas, artes conceituais e referências ao passado - como o Dan "Toasty" Forden, aquele cara que aparece no cantinho da tela do nada e dá um gritinho.
Dentre as opções de jogo, há o tradicional estilo Arcade (agora chamado Ladder) e também o História. Assim como em "MK vs. DC Universe", o enredo alterna entre diversos capítulos, cada um protagonizado por um lutador que o jogador controla, e aqui conta tudo que acontece entre "MK1" e "MK3" - claro, com uma boa dose de surpresas, visto que agora se trata de uma linha do tempo alternativa à dos games originais. Cheio de cenas de animação para explicar direitinho a história (algumas um bocado ridículas e bobocas), este modo conta com boas 4 a 5 horas totais de partida, e é por meio dele que se abre os personagens secretos.
Seguindo adiante, há quatro minigames de teste às suas habilidades: Test Your Might (similar ao do primeiríssimo "MK", em que se deve acumular força e quebrar objetos), Test Your Strike (parecido com o anterior, mas exige mais precisão), Test Your Sight (um simples jogo de achar o objeto escondido e embaralhado) e Test Your Luck, um duelo repleto de condições aleatórias que pode reduzir sua força, aumentar a defesa, apagar as luzes da fase, vira a tela de ponta cabeça e até arrancar as cabeças do lutadores - tudo isso ao mesmo tempo, sem contar outras tantas dezenas de variáveis.
Outra apostada acertada é a Challenge Tower, opção que oferece centenas de pequenos desafios a serem batidos, que rendem moedas para comprar conteúdo extra, novos minigames do tipo Test e, eventualmente, liberam uma grande surpresa.
Para completar, há o tão prometido modo online, que desde o início do projeto a Warner já apontava como um dos aspectos mais importantes deste "MK", e não decepciona. De partidas casuais a duelos valendo ranking, sozinho ou em dupla, o sistema é eficiente traz até um divertido King of the Hill, em que vários jogadores podem fazer fila e assistir enquanto uma galera se detona enquanto a espera a própria vez. Um ponto bacana: você pode até chamar um amigo em casa e vocês dois jogarem online, nos modos em dupla.
Português sofre
Para nós brasileiros, um aspecto muito interessante e aguardado deste nono "MK" é a localização para português do Brasil. Graças à insistência do produtor Hector Sanchez, o jogo conta com legendas em nosso idioma (nada de dublagem), mas o resultado não é dos melhores já vistos por aqui. A tradução apresenta erros grotescos, que vão desde erros de ortografia e gramática até escolhas bem estranhas de tradução.
De maneira geral, o trabalho ajuda a navegar sem complicações pelos menus e acompanhar a história da campanha principal, mas é extremamente desagradável ver nas lutas, por exemplo, o termo "Primer Golpe" ao acertar o primeiro ataque ou então "Recuperao" (em vez de "Recuperação"). Não chegam a afetar diretamente a mecânica, mas parece desleixo da Warner ver erros absurdos assim de revisão - ainda mais se comparado com o que Microsoft e Sony têm feito ultimamente, com jogos legendados e dublados em português do Brasil.
Sucesso absoluto na década de 90, a série de luta "Mortal Kombat" rivalizou com "Street Fighter" no período pelo título de franquia de pancadaria mais popular, deixando para trás até outros nomes fortes, como "King of Fighters" e "Tekken".
A história mudou nos anos 2000: enquanto "Street Fighter" tirou uma bem merecida soneca, "Mortal Kombat" cambaleou com jogos em 3D medíocres, que só serviram para enroscar o enredo da grife e colecionar críticas ruins e ideias ainda piores. Por exemplo, um dos games dessa época tinha minigames de corrida e quebra-cabeça com visuais fofinhos, fugindo totalmente da proposta violenta pela qual a cria de Ed Boon e John Tobias sempre se caracterizou.
Ao passo que "Street Fighter" se renovou nos últimos dois anos com um quarto episódio canônico, "MK" busca neste nono título fazer o mesmo. A receita é simples: voltar às origens, resgatando o carisma dos personagens e, principalmente, a violência brutal e visceral que assustou tanta gente lá em 1992. O resultado não poderia ser diferente: sucesso absoluto.
Novo kombate; espírito retrô
Este novo "Mortal Kombat" faz cara feia, mas não renega o passado abominável. Logo de cara, a história dá um jeito de remendar as coisas, usando o artifício de viagem no tempo: o deus do trovão Raiden avisa a si mesmo no passado sobre o terrível desfecho da série de torneios Mortal Kombat, advertindo-o para que corrija as burradas e, de quebra, salve o planeta Terra e todo mundo nele.
O truque serve para que os produtores nos levem de volta ao período de ouro da série: os três primeiros episódios. O plantel reflete isso, trazendo de volta todos os lutadores da trilogia - acompanhados de duas surpresas, sendo um velho conhecido e outro totalmente inédito, mas não menos empolgante.
Os gráficos empregam tecnologia 3D de alta qualidade, usando a popular Unreal Engine para proporcionar lutadores cheios de detalhes, com roupas e peles que se rasgam, exibindo hematomas e feridas grotescas, assim também como cenários suntuosos, igualmente repletos de minúcias, elementos animados e efeitos de luz. Visualmente, "Mortal Kombat" é um jogo saboroso, novamente fazendo rivalidade a "Street Fighter IV" e seu estilo artístico único.
Modernidade impera no visual, mas isso não acontece na mecânica, que segue na contramão e coloca a série de volta nos eixos bidimensionais que a catapultaram para o estrelato. Ou seja, "Mortal Kombat" é um jogo de luta 2D, à moda antiga mesmo, com golpes simples de executar e mecânicas inéditas que renovam a série.
A base de tudo é uma barra na parte de baixo da tela, dividida em três partes. Conforme se dá e leva porradas ela enche, possibilitando usar versões melhoradas de seus golpes especiais, contragolpes e os ataques de Raio-X, principal novidade pensada por Ed Boon, que consiste em uma série devastadora de golpes, que mostram o esqueleto do adversário rachando no impacto, para causar aquela sensação de espanto e desgosto tão marcante na franquia.
"MK" ainda apresenta também combates entre duplas, possibilitando mudar entre um e outro 'kombatente' a qualquer momento e até mesmo realizar combos e chamar o colega para rápidas assistências - isso, bem ao estilo "Marvel vs. Capcom".
De maneira geral, o sistema foge das complicações extremamente técnicas de games como "King of Fighters" ou mesmo "Street Fighter", mas consegue também ser o mais estratégico "MK" já feito - não à toa, é o primeiro game da série que será usado oficialmente em torneios de jogos de luta no exterior.
Opções sem fim
"Mortal Kombat" acerta em cheio ao resgatar dezenas de personagens queridos e jogá-los de volta para arrancarem o couro um do outro em arenas 2D, mas a galera da produtora NetherRealm sabia que isso não seria o bastante para limpar de vez o nome da série depois de tantos tropeços no passado. Assim, o estúdio tratou de caprichar: o disco apresenta uma imensa quantidade de conteúdo, que aparece na forma de variados modos de partida, disputas online e muito, muito material extra, que vai desde roupas e Fatalities adicionais, até músicas, artes conceituais e referências ao passado - como o Dan "Toasty" Forden, aquele cara que aparece no cantinho da tela do nada e dá um gritinho.
Dentre as opções de jogo, há o tradicional estilo Arcade (agora chamado Ladder) e também o História. Assim como em "MK vs. DC Universe", o enredo alterna entre diversos capítulos, cada um protagonizado por um lutador que o jogador controla, e aqui conta tudo que acontece entre "MK1" e "MK3" - claro, com uma boa dose de surpresas, visto que agora se trata de uma linha do tempo alternativa à dos games originais. Cheio de cenas de animação para explicar direitinho a história (algumas um bocado ridículas e bobocas), este modo conta com boas 4 a 5 horas totais de partida, e é por meio dele que se abre os personagens secretos.
Seguindo adiante, há quatro minigames de teste às suas habilidades: Test Your Might (similar ao do primeiríssimo "MK", em que se deve acumular força e quebrar objetos), Test Your Strike (parecido com o anterior, mas exige mais precisão), Test Your Sight (um simples jogo de achar o objeto escondido e embaralhado) e Test Your Luck, um duelo repleto de condições aleatórias que pode reduzir sua força, aumentar a defesa, apagar as luzes da fase, vira a tela de ponta cabeça e até arrancar as cabeças do lutadores - tudo isso ao mesmo tempo, sem contar outras tantas dezenas de variáveis.
Outra apostada acertada é a Challenge Tower, opção que oferece centenas de pequenos desafios a serem batidos, que rendem moedas para comprar conteúdo extra, novos minigames do tipo Test e, eventualmente, liberam uma grande surpresa.
Para completar, há o tão prometido modo online, que desde o início do projeto a Warner já apontava como um dos aspectos mais importantes deste "MK", e não decepciona. De partidas casuais a duelos valendo ranking, sozinho ou em dupla, o sistema é eficiente traz até um divertido King of the Hill, em que vários jogadores podem fazer fila e assistir enquanto uma galera se detona enquanto a espera a própria vez. Um ponto bacana: você pode até chamar um amigo em casa e vocês dois jogarem online, nos modos em dupla.
Português sofre
Para nós brasileiros, um aspecto muito interessante e aguardado deste nono "MK" é a localização para português do Brasil. Graças à insistência do produtor Hector Sanchez, o jogo conta com legendas em nosso idioma (nada de dublagem), mas o resultado não é dos melhores já vistos por aqui. A tradução apresenta erros grotescos, que vão desde erros de ortografia e gramática até escolhas bem estranhas de tradução.
De maneira geral, o trabalho ajuda a navegar sem complicações pelos menus e acompanhar a história da campanha principal, mas é extremamente desagradável ver nas lutas, por exemplo, o termo "Primer Golpe" ao acertar o primeiro ataque ou então "Recuperao" (em vez de "Recuperação"). Não chegam a afetar diretamente a mecânica, mas parece desleixo da Warner ver erros absurdos assim de revisão - ainda mais se comparado com o que Microsoft e Sony têm feito ultimamente, com jogos legendados e dublados em português do Brasil.
domingo, 17 de abril de 2011
Warner volta atrás e desiste de comentar vazamento de "Mortal Kombat"
Cinco dias após o episódio do vazamento de discos da versão brasileira de "Mortal Kombat", no último domingo (10), a Warner Bros. decidiu não se pronunciar oficialmente sobre o caso.
A princípio, a distribuidora disse que estava elaborando comunicado oficial para esclarecer a situação. Nesse período, UOL Jogos procurou a empresa diariamente atrás de uma explicação. Porém, na tarde desta quinta-feira (14) a assessoria de imprensa informou que a empresa decidiu não se pronunciar sobre a questão.
Procurada por UOL Jogos, a Sony DADC, fábrica de onde vazou o disco de "Mortal Kombat", também não comentou oficialmente o episódio.
"Mortal Kombat" vaza no Brasil
No último domingo (10), o amazonense Kaleb Kettle divulgou dois vídeos mostrando trechos de "Mortal Kombat", cuja estreia mundial está marcada para o próximo dia 19 (terça). Kettle exibiu inclusive o disco do jogo, que conta com selo da Classificação Indicativa.
Em texto já retirado da internet, Kettle explicou o caso da seguinte maneira: "O jogo não vazou, moro perto da fábrica da Sony no Brasil... peguei uma cópia lá, nada além disso".
Kaleb se refere à Sony DADC, braço da Sony especializado na fabricação e reprodução de CDs e DVDs, que desde abril de 2009 é parceira na produção e distribuição de discos da Warner no Brasil.
Dezenas de pessoas se manisfetaram na internet com relação ao assunto, inclusive Hector Sanchez, produtor do game, que fez o seguinte comentário pelo Twitter: "Eu trabalhei muito para ter certeza de que tratamos (o) Brasil com respeito. Eu não posso acreditar que isso aconteceu. Estou decepcionado".
Sobre vazamentos
Apesar de toda a confusão, vale destacar que vazamentos de jogos antes de suas datas oficiais de lançamento são mais comuns do que parece.
Em outubro de 2004, uma versão em francês de "Halo 2", para o primeiro Xbox, chegou à internet. "Gears of War 2" e "Assassin's Creed" caíram na rede quatro anos depois - estima-se que cerca de 700 mil cópias piratas do jogo da Ubisoft foram vendidas antes do lançamento. Mais recentemente, em fevereiro, "Crysis 2" e "Killzone 3" tiveram o mesmo destino.
Também é comum saber de casos de lojas que furam a data de lançamento e começam a vender os games que recebem antecipadamente no estoque. Na Austrália, por exemplo, "Pokémon Black" e "White", para Nintendo DS, já estavam sendo vendidos dias antes da data oficial.
Contudo, é extremamente raro (se não inédito) um caso como este em que um jogador comum consegue a cópia comercial do game direto da fábrica.
A princípio, a distribuidora disse que estava elaborando comunicado oficial para esclarecer a situação. Nesse período, UOL Jogos procurou a empresa diariamente atrás de uma explicação. Porém, na tarde desta quinta-feira (14) a assessoria de imprensa informou que a empresa decidiu não se pronunciar sobre a questão.
Procurada por UOL Jogos, a Sony DADC, fábrica de onde vazou o disco de "Mortal Kombat", também não comentou oficialmente o episódio.
"Mortal Kombat" vaza no Brasil
No último domingo (10), o amazonense Kaleb Kettle divulgou dois vídeos mostrando trechos de "Mortal Kombat", cuja estreia mundial está marcada para o próximo dia 19 (terça). Kettle exibiu inclusive o disco do jogo, que conta com selo da Classificação Indicativa.
Em texto já retirado da internet, Kettle explicou o caso da seguinte maneira: "O jogo não vazou, moro perto da fábrica da Sony no Brasil... peguei uma cópia lá, nada além disso".
Kaleb se refere à Sony DADC, braço da Sony especializado na fabricação e reprodução de CDs e DVDs, que desde abril de 2009 é parceira na produção e distribuição de discos da Warner no Brasil.
Dezenas de pessoas se manisfetaram na internet com relação ao assunto, inclusive Hector Sanchez, produtor do game, que fez o seguinte comentário pelo Twitter: "Eu trabalhei muito para ter certeza de que tratamos (o) Brasil com respeito. Eu não posso acreditar que isso aconteceu. Estou decepcionado".
Sobre vazamentos
Apesar de toda a confusão, vale destacar que vazamentos de jogos antes de suas datas oficiais de lançamento são mais comuns do que parece.
Em outubro de 2004, uma versão em francês de "Halo 2", para o primeiro Xbox, chegou à internet. "Gears of War 2" e "Assassin's Creed" caíram na rede quatro anos depois - estima-se que cerca de 700 mil cópias piratas do jogo da Ubisoft foram vendidas antes do lançamento. Mais recentemente, em fevereiro, "Crysis 2" e "Killzone 3" tiveram o mesmo destino.
Também é comum saber de casos de lojas que furam a data de lançamento e começam a vender os games que recebem antecipadamente no estoque. Na Austrália, por exemplo, "Pokémon Black" e "White", para Nintendo DS, já estavam sendo vendidos dias antes da data oficial.
Contudo, é extremamente raro (se não inédito) um caso como este em que um jogador comum consegue a cópia comercial do game direto da fábrica.
terça-feira, 22 de março de 2011
Análise Marvel vs Capcom 3 : Fate of Two Worlds
Fla galera segue a análise:
O mundo dos jogos de luta estava meio morto, até que a Capcom resolveu trazer de volta o maior ícone do gênero ao produzir "Street Fighter IV". Com a chegada de "Tatsunoko Vs. Capcom" não demorou muito para que os fãs da empresa pedissem pela volta de "Marvel Vs. Capcom" em foruns, blogs e redes sociais.
O clamor do povo foi ouvido e agora o embate das duas empresas marca seu retorno de forma primorosa e quase livre de problemas.
Para a vitória
A lista de lutadores é portentosa. Do lado da Capcom os clássicos Ryu, Akuma e Chun-li se reúnem com Amaterasu, Viewtiful Joe, Dante, Trish, Artur, C. Viper, Chris Redfield entre outros que formam um time praticamente de novos rostos. Já do lado da Marvel, é possível ver muitos retornos como a Tempestade, Hulk, Homem-Aranha e Dr. Destino, mas também há novidades, como a Fênix, Mulher-Hulk e X-23.
No total são 36 personagens que entram na pancadaria. Se comparado com o segundo jogo da série, "Marvel Vs. Capcom 2", são 20 personagens a menos, porém isso não é um problema, pois mesmo assim o número é bastante generoso e consegue abranger todos os tipos de jogador, desde aqueles que apenas usam magias, até os que gostam de jogar com personagens de arremessos ou combinações de botão.
Os combatentes possuem personalidade e características próprias, como as piadinhas de Deadpool ao inusitado uso de magias de Amaterasu. A variedade de golpes também é vasta e possui os mais diversos usos, como o braço biônico de Nathan Spencer que agarra os lutadores do outro lado da tela aos arroubos de ataques de raios do Sentinela ou as diversas armas usadas por Dante vindas diretamente de "Devil May Cry".
O combate fica restrito ao modo de três contra três consolidados em "Marvel VS. Capcom 2", não existem variações de modos de jogo, como combates em duplas ou solo. Porém isso também não é um ponto negativo, pois o objetivo é unir um trio e fazer com que eles saiam distribuindo pancadas e sopapos uns nos outros.
O estilo do game está mais para o recente "Tatsunoko VS. Capcom" do que o game anterior da série "versus". São quatro botões de ataque: fraco, médio, forte e o especial. Os três primeiros podem ser usados tanto para fazer combinações, quanto para acionar movimentos especiais, como magias e outros golpes. Já o botão especial permite levantar o adversário ao ar para fazer combos aéreos. Uma das boas novidades é que agora é possível trocar de lutador no meio de uma combinação aérea.
O interessante é que este novo esquema de botões agrada não só os veteranos dos jogos de luta, mas também é uma mão na roda para aqueles que não conhecem a série, sendo que o aprendizado é bem rápido. Sem falar que existe o modo simples, no qual não é necessário sequer saber fazer um comando especial. Além disso, o game possui um simpático modo chamado Missions, que vai ensinando o básico para os jogadores, como dar um golpe e como usá-los em combinação com outros ataques.
Outra característica bastante marcante fica por conta dos golpes especiais, exagerados ao máximo, como a rajada de raios que sai das mãos de Ryu ao canhão de prótons de Homem de Ferro - todos são um espetáculo à parte. O mais interessante é que os personagens podem unir seus ataques criando uma onda de destruição divertida e empolgante.
O combate online é bem programado e é possível jogar praticamente sem atrasos. Claro que tudo depende da conexão dos dois participantes, mas no geral, com acesso de 1 mbps é possível passar horas e mais horas disputando com um amigo do outro lado do país como se ele estivesse bem ao lado, usando um segundo controle.
No final das contas o que importa é que todos podem se divertir, seja um fã das histórias em quadrinhos que nunca pegou um controle de videogame na mão, seja o viciado em "Street Fighter" que passou a infância no fliperama do bairro.
Guerra Civil
Mesmo sendo bastante divertido e empolgante, existem pontos em "Marvel Vs. Capcom 3" que desapontam até o jogador mais entusiasta. Um dos pontos negativos fica para o modo online que não transmite as lutas para quem fica na fila de espera. O mais estranho é que isso não é uma tecnologia nova e foi desenvolvida pela própria Capcom em "Super Street Fighter IV".
Dessa forma, quem está na fila fica assistindo uma animação tosca dos cartões de estatísticas se batendo. Isso desestimula a participar de uma sala com mais duas pessoas - e se torna insuportável ficar no fim de uma fila de seis pessoas esperando por sua vez.
Além disso, existem alguns personagens desequilibrados, seja pelo poder de ataque de seus golpes, seja pelos danos recebidos ou mesmo pela velocidade incompatível com seu porte. Isso pode irritar quem leva o jogo mais a sério e espera por uma partida justa.
Claro que todos esses problemas podem ser contornados pelos jogadores, seja reduzindo o número de usuários das salas ou até criando regras próprias. Entretanto era de se esperar da Capcom um apuro melhor nesses pontos, afinal, é sabido que a empresa já fez melhor no passado.
O mundo dos jogos de luta estava meio morto, até que a Capcom resolveu trazer de volta o maior ícone do gênero ao produzir "Street Fighter IV". Com a chegada de "Tatsunoko Vs. Capcom" não demorou muito para que os fãs da empresa pedissem pela volta de "Marvel Vs. Capcom" em foruns, blogs e redes sociais.
O clamor do povo foi ouvido e agora o embate das duas empresas marca seu retorno de forma primorosa e quase livre de problemas.
Para a vitória
A lista de lutadores é portentosa. Do lado da Capcom os clássicos Ryu, Akuma e Chun-li se reúnem com Amaterasu, Viewtiful Joe, Dante, Trish, Artur, C. Viper, Chris Redfield entre outros que formam um time praticamente de novos rostos. Já do lado da Marvel, é possível ver muitos retornos como a Tempestade, Hulk, Homem-Aranha e Dr. Destino, mas também há novidades, como a Fênix, Mulher-Hulk e X-23.
Os combatentes possuem personalidade e características próprias, como as piadinhas de Deadpool ao inusitado uso de magias de Amaterasu. A variedade de golpes também é vasta e possui os mais diversos usos, como o braço biônico de Nathan Spencer que agarra os lutadores do outro lado da tela aos arroubos de ataques de raios do Sentinela ou as diversas armas usadas por Dante vindas diretamente de "Devil May Cry".
O combate fica restrito ao modo de três contra três consolidados em "Marvel VS. Capcom 2", não existem variações de modos de jogo, como combates em duplas ou solo. Porém isso também não é um ponto negativo, pois o objetivo é unir um trio e fazer com que eles saiam distribuindo pancadas e sopapos uns nos outros.
O estilo do game está mais para o recente "Tatsunoko VS. Capcom" do que o game anterior da série "versus". São quatro botões de ataque: fraco, médio, forte e o especial. Os três primeiros podem ser usados tanto para fazer combinações, quanto para acionar movimentos especiais, como magias e outros golpes. Já o botão especial permite levantar o adversário ao ar para fazer combos aéreos. Uma das boas novidades é que agora é possível trocar de lutador no meio de uma combinação aérea.
O interessante é que este novo esquema de botões agrada não só os veteranos dos jogos de luta, mas também é uma mão na roda para aqueles que não conhecem a série, sendo que o aprendizado é bem rápido. Sem falar que existe o modo simples, no qual não é necessário sequer saber fazer um comando especial. Além disso, o game possui um simpático modo chamado Missions, que vai ensinando o básico para os jogadores, como dar um golpe e como usá-los em combinação com outros ataques.
O combate online é bem programado e é possível jogar praticamente sem atrasos. Claro que tudo depende da conexão dos dois participantes, mas no geral, com acesso de 1 mbps é possível passar horas e mais horas disputando com um amigo do outro lado do país como se ele estivesse bem ao lado, usando um segundo controle.
No final das contas o que importa é que todos podem se divertir, seja um fã das histórias em quadrinhos que nunca pegou um controle de videogame na mão, seja o viciado em "Street Fighter" que passou a infância no fliperama do bairro.
Guerra Civil
Mesmo sendo bastante divertido e empolgante, existem pontos em "Marvel Vs. Capcom 3" que desapontam até o jogador mais entusiasta. Um dos pontos negativos fica para o modo online que não transmite as lutas para quem fica na fila de espera. O mais estranho é que isso não é uma tecnologia nova e foi desenvolvida pela própria Capcom em "Super Street Fighter IV".
Além disso, existem alguns personagens desequilibrados, seja pelo poder de ataque de seus golpes, seja pelos danos recebidos ou mesmo pela velocidade incompatível com seu porte. Isso pode irritar quem leva o jogo mais a sério e espera por uma partida justa.
Claro que todos esses problemas podem ser contornados pelos jogadores, seja reduzindo o número de usuários das salas ou até criando regras próprias. Entretanto era de se esperar da Capcom um apuro melhor nesses pontos, afinal, é sabido que a empresa já fez melhor no passado.
CONSIDERAÇÕES
O pedido foi atendido. Agora os fãs (quase) não têm do que reclamar, pois "Marvel Vs. Capcom 3" traz os personagens mais evidentes da editora de quadrinhos e da produtora de jogos. O game agrada não só os novatos por ter comandos fáceis de executar, como também é profundo o suficiente para fazer os veteranos se sentirem em casa. Ele até dá uma escorregada aqui e ali, mas é indiscutível que vai manter todos os jogadores ligados, dias e noites a fio disputando combates fantásticos e cheios de emoção.Detonado do Jogo Resident Evil 5
Fla galera hj vou mostrar o detonado... bom nao vou mais colocar o que e óbvio vcs ja sabem o que vou postar pelo titulo então ficar flando de novo irrita mas vamo logo com o detonado:
Cap. 1 – 1
Cap. 1 – 1
Siga em frente até algumas pessoas que chutam um saco no chão, então siga para a esquerda. Depois da animação, vá em frente, entre na casa e fale com o carinha de turbante, em seguida pegue a pistola na maleta, vasculhe a sala e quebre o barril para recolher dinheiro, depois saia e desça as escadas, então atire nos corvos para ganhar mais pontos, e entre na sala a direita. Vasculhe para recolher mais itens e saia pela outra porta, prossiga pelo corredor até a próxima, depois da cena, elimine o primeiro monstro do jogo, então vá pela porta da esquerda e na outra sala, saia pela janela, e lá em baixa siga em frente e quando aparecem mais zumbis, corra até a próxima porta. Lá dentro recolha os itens nas prateleiras e então vá pela porta de ferro a sua direita, siga e desça pela passagem, então vá em frente até a outra escada, suba, recolha os itens e saia pela porta. Prossiga até a próxima casa, e depois de toda animação centenas de zumbis virão ao seu encontro, derrote boa parte deles pois nesse ponto do jogo ainda é possível enfrentá-los sem tomar muito dano, além de que rendem uma boa grana para equipar suas armas. Muito cuidado com o carrasco e seu machado gigantesco, pois ele causa um estrago imenso, fique longe dele sempre que possível. Então siga até o grande portão vermelho e a ajuda virá.
Cap. 1 – 2
Siga para a esquerda até o grande portão vermelho, depois entre na casa em frente e saia pela porta, ajude Sheva a subir para que ela visualize a chave. Siga pelo corredor ao lado, elimine os zumbis e siga para esquerda, no final da rua, ajude Sheva a subir, espere-a pegar a chave e continue. Entre pela casinha ao lado e de a volta para chegar ao outro lado. Prossiga até o corredor com uma escada, entre na porta embaixo dessa escada e recolha vários itens, então saia e vá pelo portão de ferro no caminho da direita. Do outro lado, use a chave para abrir a casa com a porta azul e lá dentro peque a Shotgun, então saia e vá pela escada para chegar a casa aonde a mulher lhe pediu ajuda. Lá dentro depois que surgir o monstro na cabeça da loira, atire nele sem parar de preferência com a shotgun, então elimine os outros zumbis e saia pela outra porta. Do outro lado, vá pelo corredor atrás da casa, e passe pelo buraco, então entre na porta a frente. Siga o corredor, entre na sala em frente e continue até a achar a escada, então suba e prossiga até a escada de madeira. Lá em cima, depois do diálogo com o soldado, saia pela porta azul e pegue o elevador. Lá embaixo, siga pelo corredor à esquerda e pegue a chave com o soldado caído na sala com 2 enormes botijões de gás, então volte e use-a na porta em frente ao elevador, um monstro de tentáculos surgirá, para eliminá-los, basta conduzi-lo para a sala com os lançadores de chama, deixe-o ferido, saia e acione o mecanismo para que essa sala se feche e o fogo consuma o local, repita o procedimento até derrotá-lo, então finalmente siga pela porta em frente ao elevador, continue pelo corredor até completar a fase.
Cap. 2 - 1
Pegue a metralhadora na maleta a frente do carro e siga para a porta, do outro lado, vá pelo corredor de containers, prestando atenção com os fios que ativam explosivos, afaste-se bem e atire para que eles explodam, mais a frente você irá defrontar com 2 cachorros, use a escopeta para eliminá-los, então prossiga até a escada de ferro, suba e vá para o outro lado. Depois dos containers, uma penca de inimigos surgirá, elimine primeiro o gordão, pois o seu soco causa muito dano, em seguida elimine os cachorros e os arqueiros. Depois de derrotar todos eles, abra o portão grande e siga para a ponte, seja rápido e atire nos barris para que o ônibus não atropele você, depois elimine mais inimigos e prossiga. Desça as escadas do lado esquerdo e siga pelos esgotos, elimine os cães e entre na porta no final do corredor, pegue a pedra preciosa a sua esquerda para vender depois e continue, elimine as criaturas voadoras que saem dos zumbis no chão e prossiga. Agora na praia, vá pela areia e siga pela direita, e entre na casa, atire na chave para que elas caiam, pegue-as e prossiga pelo grande portão, vá para o outro lado e suba as escadas de madeira, siga em frente, até o portão vermelho, não se preocupe com o helicóptero, pois ele só atira nos inimigos. Do outro lado, siga para a direita, e avance até a escada, ajude Sheva a subir e de a volta, vá por onde saem os zumbis suba e ajude-a chegar ao outro lado, então de cobertura para ela. Eliminando os zumbis do prédio, desça e siga em frente, após a animação o zumbi com a serra virá correndo atrás de você, use os barris e muitas granadas para eliminá-lo, depois siga para onde ele veio, vá em frente até o grande portão vermelho.
Cap. 2 – 2
Siga em frente, tome cuidado com os cães e as linhas que acionam os explosivos. Suba pelas plataformas e vá para cima dos vagões, vá pulando para os vagões da esquerda e siga para o outro lado. Na hora de pular tome cuidado com o carrinho, pois ele leva você de encontro a armadilha, depois desça pelo elevador. Lá embaixo, utilize a lanterna para iluminar o caminho, tome cuidado com os tentáculos que saem da cabeça dos inimigos (utilize o Flash Grenade para eliminá-los), siga até a manivela, aonde um personagem precisará rodá-la e o outro passar. Aquele que ficar, deve tomar cuidado com mais zumbis que surgem e o outro deve seguir até mais a frente para achar outra manivela. Na parte central da mina, elimine os inimigos e vá subindo as escadas até o 3º andar e siga pelo corredor até o elevador. Assista a cena, depois chegue na janela e acerte os atiradores, depois desça e avance em frente, cuidado com as bombas arremessadas, e continue subindo até o grande chefe. Para eliminá-lo basta deixar as bombas de aproximação no chão, e quando ele explodir, atire na parte vermelho de seu corpo, repita o processo coletando as munições até derrotá-lo.
Cap. 2 – 3
Não há muito mistério, atire nos motoqueiros e quando avistar os caminhões atire em seus pneus, e na barricada, atire nos latões vermelhos para abrir caminho. Contra o gigante, primeiramente atire em sua cabeça até começar a surgir os tentáculos, então atire neles até que o maior surja, daí atire sem parar. Use os latões como opção e não se preocupe com os outros inimigos. Repita o procedimento até derrota-lo
Cap. 3 – 1
Quebre os vasos e pegue os itens e o 1º pedaço do disco no corpo, então volte ao barco e vá a procura das outras partes:
Siga para o caminho do lado esquerdo do mapa. Lá vá em frente e de a volta na casa, elimine os inimigos, e siga para a casa da direita, lá dentro pegue a peça dentro do baú. Na volta, elimine os inimigos que atiram em você, deve-se eliminá-los para que possa seguir em frente, atropele todos pelo caminho.Siga para a direita do mapa, solte do barco, e vá pela passarela até entrar na água, então tome cuidado com os crocodilos, siga em frente, suba as escadas, atravesse a passarela e pegue o outro pedaço na pequena cabana, depois volte ao barco e siga para a parte de cima do mapa.
Siga sempre em frente, no final da ilha suba na escada da direita e pegue a peça lá em cima, então vários inimigos surgirão, elimine-os e volte para o barco.Siga para esquerda, um pouco mais acima do caminho da 2ª peça e coloque as peças no buraco. Então vá em frente pelo caminho da esquerda, fuja dos mascarados com martelos gigantescos, atire em seus braços para eliminá-los, depois de derrotar todos, siga para a direita e pegue a magnun ao lado do corpo, cuidado com a armadilha. Depois siga pelo pequeno corredor ao lado da ponte destruída, e novamente um personagem deverá girar a manivela, enquanto outro atravessa a ponte. Do outro lado da ponte, recolha os itens e suba para abrir a porta por dentro, passe com o personagem que girava a manivela, e siga em frente, pule a ponte e entre na cabine parecida com um bondinho.
Cap. 3 - 2
Após a animação, elimine com o rifle os inimigos do outro lado do rio, desça pela esquerda, e vá para o centro da região, e novamente divida-se, enquanto um personagem gira a manivela, o outro deve atravessar de barco. Ao chegar do outro lado, abra a porta e siga para a caverna em frente. Atravesse-a e continue até chegar à fábrica, lá dentro desça e siga para a escada da direita até a porta trancada, então vá com um personagem até a parte alta, ative o mecanismo e desça pelo cabo, abra a porta e prepare-se para enfrentar novamente o inimigo com a serra elétrica. Depois de derrotá-lo desligue o fogo rodando a manivela vermelha, então repita o procedimento com as demais, ou seja, desative as chamas e siga pelo caminho, novamente o inimigo com a serra irá aparecer, repita o procedimento para derrotá-lo. Siga em frente, detone mais inimigos e prossiga até encontrar Josh. Proteja dos inimigos que surgem de toda parte, depois suba vá para o outro lado e continue protegendo Josh, depois entre pela porta que se abriu. Saia em direção ao porto e vá até o barco ancorado no lado direito, depois que Irving fugir, você tem cerca de 2 minutos antes que o porto se exploda, vá ate o outro lado onde está Josh, tomando cuidado com os inimigos e as armadilhas pelo caminho.
Cap. 3 – 3
Siga no barco eliminando os inimigos pelo caminho, na primeira parada, desça e ative o mecanismo que abre o portão, siga e na próxima parada desça e ative os 2 mecanismos para abrir o outro portão, mas lembre-se, devem ser acionados os dois de uma só vez. Aproveite e siga a direita de onde você saiu do barco, e vá pulando de plataforma em plataforma até alcançar uma cabana e do lado de fora uma mala com uma versão melhorada da escopeta, e depois volte ao barco. Para eliminar o Irving, corra para as metralhadoras e canhões do barco, e acerte seus pontos vermelhos, quando surgirem seus tentáculos, atire nas partes mais claras para destruí-los, sempre desviando de suas investidas. Siga a ordem até que ele mude de posição e apareça atrás do barco, então acerte o corpo de Irving e quando surgirem os tentáculos atire neles, sempre esquivando dos ataques, repita até derrotá-lo.
Cap. 4 – 1
Saia do barco siga em frente até deparar-se com as pequenas aranhas, suba à escada de madeira próxima a pilastra e prossiga pelo corredor a frente. Na outra parte, siga pela esquerda, desça e continue até a ponte, então novamente seu grupo será dividido:
- Aquele que ficou antes da ponte se abrir: desça e siga em frente, depois suba as escadas e encontre o outro personagem.
- Aquele que ficou do outro lado da ponte: prossiga, entre nas salas ao lado e recolha os itens, depois no final do corredor, vá de encontro ao outro personagem.
Agora ambos devem ir para o sarcófago no centro, então uma armadilha se abrirá, lá embaixo atire nas aranhas, pegue os rubis nos baús e siga pela porta a frente. Elimine os inimigos antes de descer, de preferência com granadas, então siga para o centro da sala, e acione a porta, seja rápido e cauteloso para alcançá-la antes de fechar, e ao mesmo tempo não se chocar com as bolas em chamas. Do outro lado, siga para o grande salão, lá você deve contar com a ajuda do outro personagem para ativar a estátuas. A primeira um personagem deve ir para o lado direito, e o outro deve dar volta pelo caminho de cima, depois de ativada, siga para a próxima estátua então ative-a, agora ative a estátua amarela, em seguida um personagem deve descer e o outro ir para a direita para que possam ativar a estatua roxa, uma vez que uma corda fica na estatua de cima e a outra na estátua de baixo. Em seguida vá para a estátua vermelha e então o mesmo morcego gigante está de volta, mas bem mais fácil. Abuse dos tiros de Granade Laucher e Magnun na parte vermelha do seu corpo, e depois de derrotado, siga as escadarias até a próxima porta.
Cap. 4 – 2
Vá em frente, sua missão é inserir 3 símbolos no pedestal no centro da grande sala, siga para a direita, com cuidado para não ser atingido pelo raio e vá subindo as escadas até pegar primeira peça com o símbolo do leão, depois volte e coloque-o no centro, siga para a esquerda do mapa, onde pegará outro símbolo, o do monstro marinho, coloque-o no centro também e então siga pelo caminho em frente ao pedestal, e ajude Sheva a ir ao outro lado, elimine os inimigos e espere ela pegar a peça e voltar, então coloque-a no centro e siga pela escada que surgiu a frente. Agora você deve organizar as estátuas para que o raio reflita no cristal que ativa o elevador, depois de ativado desça por ele e no andar debaixo repita o procedimento. No próximo andar, abra o baú para liberar a porta do elevador, mas cuidado com as aranhas que surgem, em seguida posicione o raio na estátua de costas para a porta, para que as outras duas sejam abertas, então recolha os itens nas salas, e por fim coloque o raio no cristal para ativar o elevador. Depois siga em frente e assista a animação.
Cap. 5 – 1
Siga em frente, passe pela parte central e avance pelo corredor, continue até a sala de vidro, quebre-o e prossiga, mais a frente ao avistar as jaulas, lickers surgirão, atire de longe e depois siga pela sala de onde eles surgiram. Entre na sala com a porta de ferro e pegue a metralhadora, volte ao corredor e prossiga até a próxima porta, do outro lado, vários lickers virão ao seu encontro. Depois de derrotá-los siga até o elevador, ative-o e espere ele chegar. Para o próximo chefe, leve no mínimo 3 granadas, e para derrotá-lo atire na parte vermelha de suas patas e quando ele cair, corra e jogue a granada em sua boca, caso não tenha atire na parte vermelha de sua boca e em seguida de sua nuca.
Cap. 5 – 2
Siga pelo corredor à frente e avance até encontrar os soldados, proteja-se e atire neles, siga em frente até a porta em que você e seu parceiro precisam acionar os botões, então desça. Lá em baixo, continue o procedimento de avançar e eliminar os soldados até alcançar o outro elevador, então suba e prossiga pelo corredor repleto de lickers. Entre pela porta e siga para a direita, desça a escada e se proteja dos tiros, vá até o final do corredor e suba para a esteira, cuidado para as caixas não carregarem você, vá para o outro lado, elimine os atiradores e siga para a outra esteira com os botijões, então continue e vá para o andar de cima. Ative os mecanismos com seu parceiro, então desça e ative a outra esteira, siga na direção contraria e suba na plataforma. Continue em frente, entre pela porta e siga até o próximo chefe, esse é um pouco demorado de se derrotar, atire em suas bolinhas vermelhas e pegue o lança chamas pendurado, ponha fogo no monstro até esgotar a carga da arma, então coloque-a novamente no seu local e espere carregar para usar novamente. Caso tenha outras armas explosivas como Granade Launcher ou granadas, use-as contra o monstro também.
Cap. 5 – 3
Siga pela porta ao lado, e em seguida vá pelo corredor da direita, atravesse a porta no final até o próximo corredor. Siga em frente com cuidado com os atiradores e os insetos que saem do teto, de a volta e vá até a porta no final, então entre e ligue o mecanismo da plataforma de fora, um personagem deve atravessar e o outro deve ficar para ativar a plataforma, para que o outro atravesse também. Vá até a cabine à frente tomando muito cuidado com os atiradores armados com Rocket Launchers. Entre pela porta de ferro e siga para a sala redonda, então acione o computador e espere que a plataforma pare de girar, enquanto isso elimine todos os inimigos que aparecem em volta. Em seguida vá pela rampa ao lado e siga para a área aberta, seu objetivo é que um personagem ative o elevador, para que o outro suba. De a volta e entre pelo teto da casa ao lado para ativar a ponte a frente, feito isso, siga em frente e prepare-se para a grande surpresa do jogo. Com Chris, atire sem parar em Wescker e desvie de seus golpes, deixe que Sheva lute com Jill, passada a luta e toda cena, você deve enfrentar Jill sozinha, NÃO ATIRE NELA, chegue perto, agarre-a e aperte o botão para para arrancar a jóia de seu peito, e não esqueça de desviar de seus golpes.
Cap. 6 – 1
Desça a plataforma a frente, e suba pela escada, vá até a parte da frente do convés e siga para a direita do mastro, elimine os cães e mais inimigos e prossiga até o corredor de containers. Prossiga pela direita e vá até o portão e acione o botão para passar por ele, então continue ate que um personagem fique preso em uma gaiola, aquele que ficar do lado de fora, elimine os zumbis e pegue o cartão que um deles deixa a chão, em seguida atire na luz verde no alto do container, então prossiga e use o cartão na porta, depois vá até o alto do barco e leve a gaiola para abrir caminho. Siga por cima dela, e agora um personagem deve acionar cada uma das plataformas, atirando no botão verde, depois continue até alcançar a porta no final do convés. Desça as escadas e após o dialogo com Excella, saia e vá para a parte interna do navio, elimine os atiradores que surgem de todas as partes e siga pela escada que leva ao andar de baixo. Nos corredores, cuidado com mais atiradores, siga até a parte de cima, agora você deve derrotar o grandalhão com a enorme metralhadora, atire sem parar nele até eliminá-lo, então pegue o cartão que ele deixou, em seguida suba as escadas e no final da plataforma, pegue o outro cartão, então use-os para abrir a porta e prossiga. Cuidado com os atiradores de foguetes proteja-se e elimine-os com o rifle, e depois é só seguir em frente.
Cap. 6 – 2
Desça e siga para a direita até a pilha de corpos, depois de toda a cena, saia correndo e realize os comandos no tempo certo até voltar para dentro do barco. Siga pelos corredores com muito cuidado para não ser atingido pelos tentáculos, pegue o cartão de segurança com o zumbi de bastão, depois vá para a sala de controle, suba a escada e saia pela porta e vá em frente para encontrar Excela. Para derrotá-la, um personagem deve pegar com o cartão, a arma que aciona o raio disparado pelo satélite, posicione a mira sobre o ponto vermelho dos tentáculos e acione, então espere a arma carregar a repita o procedimento, quando a parte central do monstro aparecer, posicione a mira em cima e atire, repita o procedimento até eliminá-la.
Cap. 6 – 3
Volte para a sala de controle e em seguida saia pela porta do centro, do outro lado, siga para a esquerda, desça e vá até a plataforma e acione o mecanismo, então agora cada personagem deve acionar uma alavanca de cada lado do portão enorme a frente. Depois de acionado, você deve eliminar os insetos gigantes que surgem, então suba e elimine os 2 inimigos de metralhadoras gigantescas para pegar com cada um os cartões de acesso. Agora use os cartões na grande porta à frente e siga para enfrentar Wesker. Para derrotá-lo, você deve primeiro pegar a Rocket Launcher no suporte, em seguida pegar os mísseis que ficam dentro das caixas de madeira (lembrando que cada tiro só pode ser disparado de um em um), então um personagem deve recarregar a arma e o outro atirar em Wesker, quando ele segurar o míssel, atire para que exploda, então aproxime-se e aplique a seringa nele. Depois de toda animação, você deve enfrentar Wesker novamente, então siga em frente e depois que o caminho desmoronar, pule para o outro lado suba e atire no ponto vermelho nas costas dele. Depois você deve atirar em Wesker para que ele não atinja Sheva que está caindo, então corra e desça, então atire nele desviando de seus golpes, em seguida vá para o outro lado e empurre a pedra gigante, daí então continue atirando. Em sua ultima fase, fique na área central atirando no peito de Wesker, quando surgir o ponto vermelho, mire e atire sem parar, até que o vilão seja derrotado.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Call of Juarez: The Cartel terá multiplayer cooperativo!!
Fla galera notícias para vcs,segue:
Call of Juarez: The Cartel vem levantado grandes discussões sobre seus cenários modernos. A Ubisoft anunciou novas informações sobre o jogo, deixando-o ainda mais interessante.
O jogo terá três protagonistas:
- Kim Evans, um agente do FBI
- Eddie Guerra, um polícia da DEA
- Ben McCall, um detective.
Cada um dos personagens contará com a sua própria campanha e um final diferente, garantindo uma grande re-jogabilidade no jogo e uma grande quantidade de missões.
Uma novidade também será o modo cooperativo, que poderá ser de até três jogadores em modo online.
Análise Gran Turismo 5
Fla galera trago para vcs minha análise de Gran Turismo 5,segue:



A série Gran Turismo, com o perdão do trocadilho, pavimentou a estrada para os simuladores de corrida nos videogames. Gerou uma franquia abundante em fãs fiéis que garantem que Kazunori Yamauchi, seu criador, possa andar em direção ao banco com um sorriso de orelha a orelha.
Gran Turismo consegue honrar a tradição. Apesar de ter sofrido um imenso overhype causando uma espera dos seus fãs pelo impossível, é um jogo bem construído e prazeroso que pode tomar muito o seu tempo se você for um fã do gênero dos simuladores.
Gráficos (8)
Bom e ruim simultaneamente. Como? Eu explico.
Gran Turismo 5, com seus mais de 1000 carros, simplesmente não consegue se manter consistente graficamente. Quando se tem tantos carros para se modelar e tantas pessoas trabalhando na parte gráfica, não da pra fazer um trabalho AAA em absolutamente tudo, e isso fica evidente em Gran Turismo 5; carros com qualidade gráfica de ultima geração correndo com outros de visual menos do que apropriado. Além de que é meio frustrante querer usar uma câmera de dentro do carro e não poder porque, simplesmente, alguns carros não as tem disponíveis. Apesar disso, é muito satisfatório ver os carros mais bonitos no Photo Mode, onde você pode visualizar seus carros em momentos de gameplay particularmente belos.
Essa inconsistência tambem é vísivel nas pistas, cujas texturas acabam variando de excelentes para atrozes. Isso, porém, é relevável através do sistema de dia e noite combinado com o sistema de chuva e neve que acrescentam muito à imersão. É muito satisfatório pra ora relaxante, ora empolgante experiência de dirigir no jogo, ver como o cenário se altera com as perturbações de tempo, ou como a luz dos faróis incide perfeitamente no cenário escuro.
Som (6)
Sons de carros precisos e apropriados. Há, novamente, uma certa inconsistência de precisão entre os carros mais bem trabalhados e os menos trabalhados, mas apesar disso é um trabalho bom.
Nem tudo são flores porém, ja que Gran Turismo 5 apresenta uma trilha sonora medíocre de caixa de som de elevador. Esta é customizável por músicas que você adicionar ao HD do seu Playstation 3, mas o fato de você poder customizar suas músicas de corrida não salva uma trilha sonora que, em seu modo padrão, é menos do que razoável.
Gameplay (10)
Um verdadeiro simulador em muitos aspectos. Não há muito do que reclamar do jogo aqui.
O controle dos carros é incrivelmente realista e confortável. Os fãs de jogos de corrida mais descompromissados como os da série Need for Speed podem ficar decepcionados com a física realista, mas pelo que o jogo oferece, isto é, simulação da experiência de dirigir um carro, Gran Turismo 5 não decepciona nem um pouco. Chega a ser terapeuticamente relaxante dirigir seu carro no análogico do Dual Shock 3.
O modo single player é extenso, como ja foi dito, com mais de mil carros e uma miríade de corridas para abrir todos eles. A dificuldade pode ser meio inconstante no começo, mas isso muda com o tempo e, tudo apenas passa a depender da sua habilidade em dirigir e em customizar seus carros com o equipamento apropriado. Ponto pra Polyphony Digital de Yamauchi por ter desenvolvido um simulador tão extenso, mas com uma jogabilidade tão brilhantemente construída.
Além disso, se o modo single player se tornar cansativo para o jogador, o multiplayer manterá o interesse dele. O modo online do jogo usa o sistema de Performance Points que separa os jogadores apropriadamente pelas suas habilidades. Corridas com outros jogadores acabam sendo precisamente equilibradas e muito competitivas.
Conclusão
Apesar da triste disparidade entre os carros Premium e os carros Standard do jogo, Gran Turismo 5 se destaca em muitos aspectos para ser chamado de decepcionante. Os momentos de beleza dele escondem um pouco os momentos de feiúra, e sua jogabilidade extremamente bem trabalhada ao longo dos últimos 5 anos fazem, no fim das contas, com que este seja um ótimo título para quem quer conhecer a série.
Lista de Personagens de Marvel vs Capcom 3
Fla galera segue a lista de personagens do game Marvel vs Capcom 3 :
Marvel | Capcom |
Spider-Man Hulk Wolverine Mr Fantastic Captain America Iron Man War Machine (fato alternativo de Iron Man) Elektra Thor X-23 Magneto Dr Doom Shuma-Gorath Emma Frost Deadpool Super Skrull Taskmaster Juggernaut She-Hulk | Ryu Mike Haggar Frank West Chuck (fato alternativo de Frank West) Spencer (Bionic Commando) Dante Chris Morrigan Arthur Amaterasu Albert Wesker Zero Chun-li Viewtiful Joe Trish Tron Bonne Hsien-Ko Akuma Felicia |
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