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quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Análise: Homefront
Segue Análise , se gostou deixe 1 comentário
A História que os EUA nunca foram invadidos, mesmo sendo uma das nações que mais entrou em guerras desde a época da Roma antiga. Mesmo com o ataque a Pearl Harbor durante a Segunda Guerra Mundial o país foi defendido e os invasores japoneses expulsos. Depois disso, só as tropas americanas foram a territórios inimigos, como o Vietnã, Iraque e, mais recentemente, Afeganistão - tudo bem longe do conforto dos subúrbios norte-americanos.
Foi imaginando como seria uma guerra por lá que surgiu "Homefront", o jogo do Kaos Studio (o mesmo de "Frontlines: Fuel of War"). O conto escrito por John Milius, um dos roteiristas de "Apocalyspe Now", não é apenas crível, como também baseado nos movimentos de um "novo inimigo em potencial": a Coreia. Era grande o potencial da produção, mas acabou sendo desperdiçado.
Guerra sem precedentes
"Homefront" se passa no ano de 2027 e mostra como seria se as Coreias do Sul e do Norte se unissem em uma batalha contra o resto do mundo. A união da tecnologia com a força bélica dos dois países acabou arrasando a Oceania, Japão e chegando à costa oeste dos EUA, acabando com a vida pacífica dos norte-americanos.
e por um lado a destruição, violência e desolação são bastante impactantes, por outro o clichê do patriotismo sem limites também se faz presente e segue até o fim do modo de campanha. O jogador controla Richard Jacobs, um piloto de avião que vive no estado do Colorado e é resgatado por um pequeno grupo rebelde que luta para ajudar a salvar o país da invasão inimiga.
Os diálogos cheios de emoção e "amor à pátria" se embrenham com cenas de violência contra homens, mulheres e crianças indefesas, tentando fazer com que o jogador se ligue aos personagens e sua desgraça. No início isso até funciona, porém, com o avanço da história acaba se tornando incômodo e exagerado. Quando as coisas começam a esquentar pra valer a história acaba abruptamente, mas com um gancho para uma continuação. No total são quase cinco horas de campanha - ou seja, nem muito curto, nem longo demais.
O maior problema do jogo é que ele não se difere de outros títulos do gênero. Tudo que está na lista de "Call of Duty" está aqui: batalhas com rifle sniper, missões sorrateiras, uma sequencia de helicóptero e muito corre-e-esconde para se manter vivo. Isso não é de fato uma coisa ruim, mas a verdade é que "Homefront" também não traz nada de novo para torná-lo único.
Os controles são bem precisos e competentes e não vão atrapalhar, o problema é que quase todas as missões possuem trechos que o jogador deve seguir aliados que não ajudam em nada e nem sequer atiram em inimigos bem à sua frente. Por sorte eles também não morrem, afinal, todos os inimigos sabem que a verdadeira ameaça é Jacobs (ou seja, você) e, sendo assim, concentram os disparos nele.Já os gráficos também não surpreendem e são pontuados com algumas texturas em baixa resolução típicas do início da atual geração de consoles, muito distantes de games mais novos, como "Crysis 2", "Killzone 3" e "Halo: Reach". Para piorar esse aspecto técnico, não são raros os momentos com queda de quadros de animação.
O modo multiplayer é a grande estrela, com mapas bem trabalhados e desenvolvimento de personagem bastante competente. Conforme adversários são eliminados e tarefas como capturar a bandeira são cumpridas, o jogador recebe pontos para gastar com melhorias, como um colete à prova de balas, tanques de guerra e ataques aéreos - um quê de "Counter-Strike", mas com mais opções. O modo de evolução segue a cartilha de "Call of Duty", com novas armas habilitadas a cada nível alcançado. Entretanto a variedade não é tão grande.
A História que os EUA nunca foram invadidos, mesmo sendo uma das nações que mais entrou em guerras desde a época da Roma antiga. Mesmo com o ataque a Pearl Harbor durante a Segunda Guerra Mundial o país foi defendido e os invasores japoneses expulsos. Depois disso, só as tropas americanas foram a territórios inimigos, como o Vietnã, Iraque e, mais recentemente, Afeganistão - tudo bem longe do conforto dos subúrbios norte-americanos.
Foi imaginando como seria uma guerra por lá que surgiu "Homefront", o jogo do Kaos Studio (o mesmo de "Frontlines: Fuel of War"). O conto escrito por John Milius, um dos roteiristas de "Apocalyspe Now", não é apenas crível, como também baseado nos movimentos de um "novo inimigo em potencial": a Coreia. Era grande o potencial da produção, mas acabou sendo desperdiçado.
Guerra sem precedentes
"Homefront" se passa no ano de 2027 e mostra como seria se as Coreias do Sul e do Norte se unissem em uma batalha contra o resto do mundo. A união da tecnologia com a força bélica dos dois países acabou arrasando a Oceania, Japão e chegando à costa oeste dos EUA, acabando com a vida pacífica dos norte-americanos.
e por um lado a destruição, violência e desolação são bastante impactantes, por outro o clichê do patriotismo sem limites também se faz presente e segue até o fim do modo de campanha. O jogador controla Richard Jacobs, um piloto de avião que vive no estado do Colorado e é resgatado por um pequeno grupo rebelde que luta para ajudar a salvar o país da invasão inimiga.
Os diálogos cheios de emoção e "amor à pátria" se embrenham com cenas de violência contra homens, mulheres e crianças indefesas, tentando fazer com que o jogador se ligue aos personagens e sua desgraça. No início isso até funciona, porém, com o avanço da história acaba se tornando incômodo e exagerado. Quando as coisas começam a esquentar pra valer a história acaba abruptamente, mas com um gancho para uma continuação. No total são quase cinco horas de campanha - ou seja, nem muito curto, nem longo demais.
O maior problema do jogo é que ele não se difere de outros títulos do gênero. Tudo que está na lista de "Call of Duty" está aqui: batalhas com rifle sniper, missões sorrateiras, uma sequencia de helicóptero e muito corre-e-esconde para se manter vivo. Isso não é de fato uma coisa ruim, mas a verdade é que "Homefront" também não traz nada de novo para torná-lo único.
Os controles são bem precisos e competentes e não vão atrapalhar, o problema é que quase todas as missões possuem trechos que o jogador deve seguir aliados que não ajudam em nada e nem sequer atiram em inimigos bem à sua frente. Por sorte eles também não morrem, afinal, todos os inimigos sabem que a verdadeira ameaça é Jacobs (ou seja, você) e, sendo assim, concentram os disparos nele.Já os gráficos também não surpreendem e são pontuados com algumas texturas em baixa resolução típicas do início da atual geração de consoles, muito distantes de games mais novos, como "Crysis 2", "Killzone 3" e "Halo: Reach". Para piorar esse aspecto técnico, não são raros os momentos com queda de quadros de animação.
O modo multiplayer é a grande estrela, com mapas bem trabalhados e desenvolvimento de personagem bastante competente. Conforme adversários são eliminados e tarefas como capturar a bandeira são cumpridas, o jogador recebe pontos para gastar com melhorias, como um colete à prova de balas, tanques de guerra e ataques aéreos - um quê de "Counter-Strike", mas com mais opções. O modo de evolução segue a cartilha de "Call of Duty", com novas armas habilitadas a cada nível alcançado. Entretanto a variedade não é tão grande.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Análise Portal 2
Fla galera segue análise :
Era uma vez um jogo que nasceu como um experimento - um teste para a Source Engine, a ferramenta de criação de jogos da Valve Software. E o resultado foi além das expectativas, tanto que mereceu um lugarzinho no "Orange Box", uma coletânea que reuniu em um único disco "Team Fortress 2", "Half-Life 2" e seus dois episódios, além de "Portal" - o objeto de estudo.
Nascia ali um dos games mais revolucionários dos últimos anos que arrancou elogios da crítica e do público. Agora "Portal 2" tem a honra de chegar ao mercado em um disco próprio, trazendo consigo uma penca de novidades, quebrando paradigmas e, mais uma vez, superando expectativas.
Lá e cá
A Valve levou "Portal 2" muito a sério. A evolução em relação ao primeiro jogo é tão nítida e clara que, sob muitos aspectos, a impressão que fica é que houve um salto de geração. Os cenários são muito mais coloridos e variados, adicionando mais que o amarelo e azul dos portais ao 'branco hospital' dos laboratórios de Aperture - a instituição de pesquisas científica que Chell, a protagonista, vive sua aventura.
"Portal 2" coloca na prática (quase) tudo que se aprende em uma aula de física - só que de uma forma mais divertida e interessante. Munido com a Portal Gun, o jogador desafia as leis do tempo e espaço unindo dois pontos distintos com portas de entrada e saída. Um portal de entrada pode ser colocado em uma parede próxima ao jogador e sua saída no teto do outro lado da sala - isso é a teoria dos 'buracos de minhoca' aplicada na prática.
Agora existem diversos elementos que dão vida ao jogo, como as cores vivas e berrantes dos emulsificantes descobertos no centro do planeta. Esses líquidos fazem parte integrante da aventura pois, além de criar novos quebra-cabeças, explicam o passado dos experimentos científicos.
Na prática, cada líquido altera a forma que o ambiente funciona. O gel azul permite pular mais alto, já o laranja faz com que Chell corra mais rápido e o branco permite criar portais em locais que antes eram impossíveis. Pintar o cenário com esses produtos é um desafio que é capaz de queimar neurônios, mas que é infinitamente divertido.
No modo cooperativo online o desafio e a diversão são multiplicados. Cada jogador controla um robô de testes e eles devem passar por desafios que exigem trabalho em equipe. Enquanto um cria um portal para ajudar o companheiro a alcançar uma área fora de seu ângulo de visão, o outro leva uma caixa para colocar no botão que abre a porta para a próxima área. Isso é um dos desafios básicos, conforme os robôs vão seguindo em frente, mais cabeludas são as tarefas para seguir em frente.
A grande novidade nessa parte é a união entre os jogadores de PC e de PlayStation 3 com o Steam - a rede da Valve que faz o intermédio entre as duas plataformas . Além de permitir a jogatina entre plataformas tão distintas, o game permite fazer chat de voz e texto, além de poder começar a jogar no console e terminar no computador. É uma pena que os jogadores de Xbox 360 ficaram de fora da festa .
Inimigo meu
A maior estrela, no entanto, é a história do jogo - principalmente para aqueles que jogaram o primeiro game. Aperture está em estado decadente depois que GLaDOS 'morreu' - quer dizer, depois que Chell acabou com ela. Sob cuidados dos sistemas redundantes a instituição acabou tomada pela natureza, com plantas e rochas surgindo em diversos locais do laboratório.
Um dos "amigos" de Chell é Wentley, um robô com forma de olho que não para de falar. Ele tenta tirá-la das instalações, mas acaba reativando GLaDOS por engano. É importante notar que esses robôs são dotados de inteligência artificial muito avançada, possuindo até personalidade e senso de humor. No caso de sua nêmese, o caso é ainda mais intrigante, pois ela nutre sentimentos tipicamente humanos, como a raiva e vontade de se vingar.
Os diálogos são permeados com humor sarcástico, inteligente e cheio de referências ao primeiro game. É praticamente impossível não ficar com um sorriso no canto da boca a cada comentário feito pelas máquinas. O melhor é que o game tem um desenrolar genial e um desfecho simplesmente fantástico, com direito a uma música bacana, "Want You Gone" - mas não tão cativante quanto "Still Alive".
Era uma vez um jogo que nasceu como um experimento - um teste para a Source Engine, a ferramenta de criação de jogos da Valve Software. E o resultado foi além das expectativas, tanto que mereceu um lugarzinho no "Orange Box", uma coletânea que reuniu em um único disco "Team Fortress 2", "Half-Life 2" e seus dois episódios, além de "Portal" - o objeto de estudo.
Nascia ali um dos games mais revolucionários dos últimos anos que arrancou elogios da crítica e do público. Agora "Portal 2" tem a honra de chegar ao mercado em um disco próprio, trazendo consigo uma penca de novidades, quebrando paradigmas e, mais uma vez, superando expectativas.
Lá e cá
A Valve levou "Portal 2" muito a sério. A evolução em relação ao primeiro jogo é tão nítida e clara que, sob muitos aspectos, a impressão que fica é que houve um salto de geração. Os cenários são muito mais coloridos e variados, adicionando mais que o amarelo e azul dos portais ao 'branco hospital' dos laboratórios de Aperture - a instituição de pesquisas científica que Chell, a protagonista, vive sua aventura.
"Portal 2" coloca na prática (quase) tudo que se aprende em uma aula de física - só que de uma forma mais divertida e interessante. Munido com a Portal Gun, o jogador desafia as leis do tempo e espaço unindo dois pontos distintos com portas de entrada e saída. Um portal de entrada pode ser colocado em uma parede próxima ao jogador e sua saída no teto do outro lado da sala - isso é a teoria dos 'buracos de minhoca' aplicada na prática.
Assim como o primeiro jogo, a dificuldade dos quebra-cabeças é progressiva e vai além de cruzar distâncias. Às vezes é necessário usar as aberturas para alcançar plataformas, em outras ocasiões é necessário ganhar impulso para saltar grandes distâncias, e esses elementos vão se acumulando com novos truques que são ensinados em cada nova área descoberta. Os portais podem ser usados para desativar robôs, mudar a trajetória de raios de luz ou escapar de armadilhas.
Agora existem diversos elementos que dão vida ao jogo, como as cores vivas e berrantes dos emulsificantes descobertos no centro do planeta. Esses líquidos fazem parte integrante da aventura pois, além de criar novos quebra-cabeças, explicam o passado dos experimentos científicos.
Na prática, cada líquido altera a forma que o ambiente funciona. O gel azul permite pular mais alto, já o laranja faz com que Chell corra mais rápido e o branco permite criar portais em locais que antes eram impossíveis. Pintar o cenário com esses produtos é um desafio que é capaz de queimar neurônios, mas que é infinitamente divertido.
No modo cooperativo online o desafio e a diversão são multiplicados. Cada jogador controla um robô de testes e eles devem passar por desafios que exigem trabalho em equipe. Enquanto um cria um portal para ajudar o companheiro a alcançar uma área fora de seu ângulo de visão, o outro leva uma caixa para colocar no botão que abre a porta para a próxima área. Isso é um dos desafios básicos, conforme os robôs vão seguindo em frente, mais cabeludas são as tarefas para seguir em frente.
A grande novidade nessa parte é a união entre os jogadores de PC e de PlayStation 3 com o Steam - a rede da Valve que faz o intermédio entre as duas plataformas . Além de permitir a jogatina entre plataformas tão distintas, o game permite fazer chat de voz e texto, além de poder começar a jogar no console e terminar no computador. É uma pena que os jogadores de Xbox 360 ficaram de fora da festa .
Inimigo meu
A maior estrela, no entanto, é a história do jogo - principalmente para aqueles que jogaram o primeiro game. Aperture está em estado decadente depois que GLaDOS 'morreu' - quer dizer, depois que Chell acabou com ela. Sob cuidados dos sistemas redundantes a instituição acabou tomada pela natureza, com plantas e rochas surgindo em diversos locais do laboratório.
Um dos "amigos" de Chell é Wentley, um robô com forma de olho que não para de falar. Ele tenta tirá-la das instalações, mas acaba reativando GLaDOS por engano. É importante notar que esses robôs são dotados de inteligência artificial muito avançada, possuindo até personalidade e senso de humor. No caso de sua nêmese, o caso é ainda mais intrigante, pois ela nutre sentimentos tipicamente humanos, como a raiva e vontade de se vingar.
Os diálogos são permeados com humor sarcástico, inteligente e cheio de referências ao primeiro game. É praticamente impossível não ficar com um sorriso no canto da boca a cada comentário feito pelas máquinas. O melhor é que o game tem um desenrolar genial e um desfecho simplesmente fantástico, com direito a uma música bacana, "Want You Gone" - mas não tão cativante quanto "Still Alive".
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Análise Mortal Kombat 9
Segue análise :
Sucesso absoluto na década de 90, a série de luta "Mortal Kombat" rivalizou com "Street Fighter" no período pelo título de franquia de pancadaria mais popular, deixando para trás até outros nomes fortes, como "King of Fighters" e "Tekken".
A história mudou nos anos 2000: enquanto "Street Fighter" tirou uma bem merecida soneca, "Mortal Kombat" cambaleou com jogos em 3D medíocres, que só serviram para enroscar o enredo da grife e colecionar críticas ruins e ideias ainda piores. Por exemplo, um dos games dessa época tinha minigames de corrida e quebra-cabeça com visuais fofinhos, fugindo totalmente da proposta violenta pela qual a cria de Ed Boon e John Tobias sempre se caracterizou.
Ao passo que "Street Fighter" se renovou nos últimos dois anos com um quarto episódio canônico, "MK" busca neste nono título fazer o mesmo. A receita é simples: voltar às origens, resgatando o carisma dos personagens e, principalmente, a violência brutal e visceral que assustou tanta gente lá em 1992. O resultado não poderia ser diferente: sucesso absoluto.
Novo kombate; espírito retrô
Este novo "Mortal Kombat" faz cara feia, mas não renega o passado abominável. Logo de cara, a história dá um jeito de remendar as coisas, usando o artifício de viagem no tempo: o deus do trovão Raiden avisa a si mesmo no passado sobre o terrível desfecho da série de torneios Mortal Kombat, advertindo-o para que corrija as burradas e, de quebra, salve o planeta Terra e todo mundo nele.
O truque serve para que os produtores nos levem de volta ao período de ouro da série: os três primeiros episódios. O plantel reflete isso, trazendo de volta todos os lutadores da trilogia - acompanhados de duas surpresas, sendo um velho conhecido e outro totalmente inédito, mas não menos empolgante.
Os gráficos empregam tecnologia 3D de alta qualidade, usando a popular Unreal Engine para proporcionar lutadores cheios de detalhes, com roupas e peles que se rasgam, exibindo hematomas e feridas grotescas, assim também como cenários suntuosos, igualmente repletos de minúcias, elementos animados e efeitos de luz. Visualmente, "Mortal Kombat" é um jogo saboroso, novamente fazendo rivalidade a "Street Fighter IV" e seu estilo artístico único.
Modernidade impera no visual, mas isso não acontece na mecânica, que segue na contramão e coloca a série de volta nos eixos bidimensionais que a catapultaram para o estrelato. Ou seja, "Mortal Kombat" é um jogo de luta 2D, à moda antiga mesmo, com golpes simples de executar e mecânicas inéditas que renovam a série.
A base de tudo é uma barra na parte de baixo da tela, dividida em três partes. Conforme se dá e leva porradas ela enche, possibilitando usar versões melhoradas de seus golpes especiais, contragolpes e os ataques de Raio-X, principal novidade pensada por Ed Boon, que consiste em uma série devastadora de golpes, que mostram o esqueleto do adversário rachando no impacto, para causar aquela sensação de espanto e desgosto tão marcante na franquia.

"MK" ainda apresenta também combates entre duplas, possibilitando mudar entre um e outro 'kombatente' a qualquer momento e até mesmo realizar combos e chamar o colega para rápidas assistências - isso, bem ao estilo "Marvel vs. Capcom".
De maneira geral, o sistema foge das complicações extremamente técnicas de games como "King of Fighters" ou mesmo "Street Fighter", mas consegue também ser o mais estratégico "MK" já feito - não à toa, é o primeiro game da série que será usado oficialmente em torneios de jogos de luta no exterior.
Opções sem fim
"Mortal Kombat" acerta em cheio ao resgatar dezenas de personagens queridos e jogá-los de volta para arrancarem o couro um do outro em arenas 2D, mas a galera da produtora NetherRealm sabia que isso não seria o bastante para limpar de vez o nome da série depois de tantos tropeços no passado. Assim, o estúdio tratou de caprichar: o disco apresenta uma imensa quantidade de conteúdo, que aparece na forma de variados modos de partida, disputas online e muito, muito material extra, que vai desde roupas e Fatalities adicionais, até músicas, artes conceituais e referências ao passado - como o Dan "Toasty" Forden, aquele cara que aparece no cantinho da tela do nada e dá um gritinho.
Dentre as opções de jogo, há o tradicional estilo Arcade (agora chamado Ladder) e também o História. Assim como em "MK vs. DC Universe", o enredo alterna entre diversos capítulos, cada um protagonizado por um lutador que o jogador controla, e aqui conta tudo que acontece entre "MK1" e "MK3" - claro, com uma boa dose de surpresas, visto que agora se trata de uma linha do tempo alternativa à dos games originais. Cheio de cenas de animação para explicar direitinho a história (algumas um bocado ridículas e bobocas), este modo conta com boas 4 a 5 horas totais de partida, e é por meio dele que se abre os personagens secretos.
Seguindo adiante, há quatro minigames de teste às suas habilidades: Test Your Might (similar ao do primeiríssimo "MK", em que se deve acumular força e quebrar objetos), Test Your Strike (parecido com o anterior, mas exige mais precisão), Test Your Sight (um simples jogo de achar o objeto escondido e embaralhado) e Test Your Luck, um duelo repleto de condições aleatórias que pode reduzir sua força, aumentar a defesa, apagar as luzes da fase, vira a tela de ponta cabeça e até arrancar as cabeças do lutadores - tudo isso ao mesmo tempo, sem contar outras tantas dezenas de variáveis.
Outra apostada acertada é a Challenge Tower, opção que oferece centenas de pequenos desafios a serem batidos, que rendem moedas para comprar conteúdo extra, novos minigames do tipo Test e, eventualmente, liberam uma grande surpresa.
Para completar, há o tão prometido modo online, que desde o início do projeto a Warner já apontava como um dos aspectos mais importantes deste "MK", e não decepciona. De partidas casuais a duelos valendo ranking, sozinho ou em dupla, o sistema é eficiente traz até um divertido King of the Hill, em que vários jogadores podem fazer fila e assistir enquanto uma galera se detona enquanto a espera a própria vez. Um ponto bacana: você pode até chamar um amigo em casa e vocês dois jogarem online, nos modos em dupla.
Português sofre
Para nós brasileiros, um aspecto muito interessante e aguardado deste nono "MK" é a localização para português do Brasil. Graças à insistência do produtor Hector Sanchez, o jogo conta com legendas em nosso idioma (nada de dublagem), mas o resultado não é dos melhores já vistos por aqui. A tradução apresenta erros grotescos, que vão desde erros de ortografia e gramática até escolhas bem estranhas de tradução.
De maneira geral, o trabalho ajuda a navegar sem complicações pelos menus e acompanhar a história da campanha principal, mas é extremamente desagradável ver nas lutas, por exemplo, o termo "Primer Golpe" ao acertar o primeiro ataque ou então "Recuperao" (em vez de "Recuperação"). Não chegam a afetar diretamente a mecânica, mas parece desleixo da Warner ver erros absurdos assim de revisão - ainda mais se comparado com o que Microsoft e Sony têm feito ultimamente, com jogos legendados e dublados em português do Brasil.
Sucesso absoluto na década de 90, a série de luta "Mortal Kombat" rivalizou com "Street Fighter" no período pelo título de franquia de pancadaria mais popular, deixando para trás até outros nomes fortes, como "King of Fighters" e "Tekken".
A história mudou nos anos 2000: enquanto "Street Fighter" tirou uma bem merecida soneca, "Mortal Kombat" cambaleou com jogos em 3D medíocres, que só serviram para enroscar o enredo da grife e colecionar críticas ruins e ideias ainda piores. Por exemplo, um dos games dessa época tinha minigames de corrida e quebra-cabeça com visuais fofinhos, fugindo totalmente da proposta violenta pela qual a cria de Ed Boon e John Tobias sempre se caracterizou.
Ao passo que "Street Fighter" se renovou nos últimos dois anos com um quarto episódio canônico, "MK" busca neste nono título fazer o mesmo. A receita é simples: voltar às origens, resgatando o carisma dos personagens e, principalmente, a violência brutal e visceral que assustou tanta gente lá em 1992. O resultado não poderia ser diferente: sucesso absoluto.
Novo kombate; espírito retrô
Este novo "Mortal Kombat" faz cara feia, mas não renega o passado abominável. Logo de cara, a história dá um jeito de remendar as coisas, usando o artifício de viagem no tempo: o deus do trovão Raiden avisa a si mesmo no passado sobre o terrível desfecho da série de torneios Mortal Kombat, advertindo-o para que corrija as burradas e, de quebra, salve o planeta Terra e todo mundo nele.
O truque serve para que os produtores nos levem de volta ao período de ouro da série: os três primeiros episódios. O plantel reflete isso, trazendo de volta todos os lutadores da trilogia - acompanhados de duas surpresas, sendo um velho conhecido e outro totalmente inédito, mas não menos empolgante.
Os gráficos empregam tecnologia 3D de alta qualidade, usando a popular Unreal Engine para proporcionar lutadores cheios de detalhes, com roupas e peles que se rasgam, exibindo hematomas e feridas grotescas, assim também como cenários suntuosos, igualmente repletos de minúcias, elementos animados e efeitos de luz. Visualmente, "Mortal Kombat" é um jogo saboroso, novamente fazendo rivalidade a "Street Fighter IV" e seu estilo artístico único.
Modernidade impera no visual, mas isso não acontece na mecânica, que segue na contramão e coloca a série de volta nos eixos bidimensionais que a catapultaram para o estrelato. Ou seja, "Mortal Kombat" é um jogo de luta 2D, à moda antiga mesmo, com golpes simples de executar e mecânicas inéditas que renovam a série.
A base de tudo é uma barra na parte de baixo da tela, dividida em três partes. Conforme se dá e leva porradas ela enche, possibilitando usar versões melhoradas de seus golpes especiais, contragolpes e os ataques de Raio-X, principal novidade pensada por Ed Boon, que consiste em uma série devastadora de golpes, que mostram o esqueleto do adversário rachando no impacto, para causar aquela sensação de espanto e desgosto tão marcante na franquia.
"MK" ainda apresenta também combates entre duplas, possibilitando mudar entre um e outro 'kombatente' a qualquer momento e até mesmo realizar combos e chamar o colega para rápidas assistências - isso, bem ao estilo "Marvel vs. Capcom".
De maneira geral, o sistema foge das complicações extremamente técnicas de games como "King of Fighters" ou mesmo "Street Fighter", mas consegue também ser o mais estratégico "MK" já feito - não à toa, é o primeiro game da série que será usado oficialmente em torneios de jogos de luta no exterior.
Opções sem fim
"Mortal Kombat" acerta em cheio ao resgatar dezenas de personagens queridos e jogá-los de volta para arrancarem o couro um do outro em arenas 2D, mas a galera da produtora NetherRealm sabia que isso não seria o bastante para limpar de vez o nome da série depois de tantos tropeços no passado. Assim, o estúdio tratou de caprichar: o disco apresenta uma imensa quantidade de conteúdo, que aparece na forma de variados modos de partida, disputas online e muito, muito material extra, que vai desde roupas e Fatalities adicionais, até músicas, artes conceituais e referências ao passado - como o Dan "Toasty" Forden, aquele cara que aparece no cantinho da tela do nada e dá um gritinho.
Dentre as opções de jogo, há o tradicional estilo Arcade (agora chamado Ladder) e também o História. Assim como em "MK vs. DC Universe", o enredo alterna entre diversos capítulos, cada um protagonizado por um lutador que o jogador controla, e aqui conta tudo que acontece entre "MK1" e "MK3" - claro, com uma boa dose de surpresas, visto que agora se trata de uma linha do tempo alternativa à dos games originais. Cheio de cenas de animação para explicar direitinho a história (algumas um bocado ridículas e bobocas), este modo conta com boas 4 a 5 horas totais de partida, e é por meio dele que se abre os personagens secretos.
Seguindo adiante, há quatro minigames de teste às suas habilidades: Test Your Might (similar ao do primeiríssimo "MK", em que se deve acumular força e quebrar objetos), Test Your Strike (parecido com o anterior, mas exige mais precisão), Test Your Sight (um simples jogo de achar o objeto escondido e embaralhado) e Test Your Luck, um duelo repleto de condições aleatórias que pode reduzir sua força, aumentar a defesa, apagar as luzes da fase, vira a tela de ponta cabeça e até arrancar as cabeças do lutadores - tudo isso ao mesmo tempo, sem contar outras tantas dezenas de variáveis.
Outra apostada acertada é a Challenge Tower, opção que oferece centenas de pequenos desafios a serem batidos, que rendem moedas para comprar conteúdo extra, novos minigames do tipo Test e, eventualmente, liberam uma grande surpresa.
Para completar, há o tão prometido modo online, que desde o início do projeto a Warner já apontava como um dos aspectos mais importantes deste "MK", e não decepciona. De partidas casuais a duelos valendo ranking, sozinho ou em dupla, o sistema é eficiente traz até um divertido King of the Hill, em que vários jogadores podem fazer fila e assistir enquanto uma galera se detona enquanto a espera a própria vez. Um ponto bacana: você pode até chamar um amigo em casa e vocês dois jogarem online, nos modos em dupla.
Português sofre
Para nós brasileiros, um aspecto muito interessante e aguardado deste nono "MK" é a localização para português do Brasil. Graças à insistência do produtor Hector Sanchez, o jogo conta com legendas em nosso idioma (nada de dublagem), mas o resultado não é dos melhores já vistos por aqui. A tradução apresenta erros grotescos, que vão desde erros de ortografia e gramática até escolhas bem estranhas de tradução.
De maneira geral, o trabalho ajuda a navegar sem complicações pelos menus e acompanhar a história da campanha principal, mas é extremamente desagradável ver nas lutas, por exemplo, o termo "Primer Golpe" ao acertar o primeiro ataque ou então "Recuperao" (em vez de "Recuperação"). Não chegam a afetar diretamente a mecânica, mas parece desleixo da Warner ver erros absurdos assim de revisão - ainda mais se comparado com o que Microsoft e Sony têm feito ultimamente, com jogos legendados e dublados em português do Brasil.
domingo, 17 de abril de 2011
Warner volta atrás e desiste de comentar vazamento de "Mortal Kombat"
Cinco dias após o episódio do vazamento de discos da versão brasileira de "Mortal Kombat", no último domingo (10), a Warner Bros. decidiu não se pronunciar oficialmente sobre o caso.
A princípio, a distribuidora disse que estava elaborando comunicado oficial para esclarecer a situação. Nesse período, UOL Jogos procurou a empresa diariamente atrás de uma explicação. Porém, na tarde desta quinta-feira (14) a assessoria de imprensa informou que a empresa decidiu não se pronunciar sobre a questão.
Procurada por UOL Jogos, a Sony DADC, fábrica de onde vazou o disco de "Mortal Kombat", também não comentou oficialmente o episódio.
"Mortal Kombat" vaza no Brasil
No último domingo (10), o amazonense Kaleb Kettle divulgou dois vídeos mostrando trechos de "Mortal Kombat", cuja estreia mundial está marcada para o próximo dia 19 (terça). Kettle exibiu inclusive o disco do jogo, que conta com selo da Classificação Indicativa.
Em texto já retirado da internet, Kettle explicou o caso da seguinte maneira: "O jogo não vazou, moro perto da fábrica da Sony no Brasil... peguei uma cópia lá, nada além disso".
Kaleb se refere à Sony DADC, braço da Sony especializado na fabricação e reprodução de CDs e DVDs, que desde abril de 2009 é parceira na produção e distribuição de discos da Warner no Brasil.
Dezenas de pessoas se manisfetaram na internet com relação ao assunto, inclusive Hector Sanchez, produtor do game, que fez o seguinte comentário pelo Twitter: "Eu trabalhei muito para ter certeza de que tratamos (o) Brasil com respeito. Eu não posso acreditar que isso aconteceu. Estou decepcionado".
Sobre vazamentos
Apesar de toda a confusão, vale destacar que vazamentos de jogos antes de suas datas oficiais de lançamento são mais comuns do que parece.
Em outubro de 2004, uma versão em francês de "Halo 2", para o primeiro Xbox, chegou à internet. "Gears of War 2" e "Assassin's Creed" caíram na rede quatro anos depois - estima-se que cerca de 700 mil cópias piratas do jogo da Ubisoft foram vendidas antes do lançamento. Mais recentemente, em fevereiro, "Crysis 2" e "Killzone 3" tiveram o mesmo destino.
Também é comum saber de casos de lojas que furam a data de lançamento e começam a vender os games que recebem antecipadamente no estoque. Na Austrália, por exemplo, "Pokémon Black" e "White", para Nintendo DS, já estavam sendo vendidos dias antes da data oficial.
Contudo, é extremamente raro (se não inédito) um caso como este em que um jogador comum consegue a cópia comercial do game direto da fábrica.
A princípio, a distribuidora disse que estava elaborando comunicado oficial para esclarecer a situação. Nesse período, UOL Jogos procurou a empresa diariamente atrás de uma explicação. Porém, na tarde desta quinta-feira (14) a assessoria de imprensa informou que a empresa decidiu não se pronunciar sobre a questão.
Procurada por UOL Jogos, a Sony DADC, fábrica de onde vazou o disco de "Mortal Kombat", também não comentou oficialmente o episódio.
"Mortal Kombat" vaza no Brasil
No último domingo (10), o amazonense Kaleb Kettle divulgou dois vídeos mostrando trechos de "Mortal Kombat", cuja estreia mundial está marcada para o próximo dia 19 (terça). Kettle exibiu inclusive o disco do jogo, que conta com selo da Classificação Indicativa.
Em texto já retirado da internet, Kettle explicou o caso da seguinte maneira: "O jogo não vazou, moro perto da fábrica da Sony no Brasil... peguei uma cópia lá, nada além disso".
Kaleb se refere à Sony DADC, braço da Sony especializado na fabricação e reprodução de CDs e DVDs, que desde abril de 2009 é parceira na produção e distribuição de discos da Warner no Brasil.
Dezenas de pessoas se manisfetaram na internet com relação ao assunto, inclusive Hector Sanchez, produtor do game, que fez o seguinte comentário pelo Twitter: "Eu trabalhei muito para ter certeza de que tratamos (o) Brasil com respeito. Eu não posso acreditar que isso aconteceu. Estou decepcionado".
Sobre vazamentos
Apesar de toda a confusão, vale destacar que vazamentos de jogos antes de suas datas oficiais de lançamento são mais comuns do que parece.
Em outubro de 2004, uma versão em francês de "Halo 2", para o primeiro Xbox, chegou à internet. "Gears of War 2" e "Assassin's Creed" caíram na rede quatro anos depois - estima-se que cerca de 700 mil cópias piratas do jogo da Ubisoft foram vendidas antes do lançamento. Mais recentemente, em fevereiro, "Crysis 2" e "Killzone 3" tiveram o mesmo destino.
Também é comum saber de casos de lojas que furam a data de lançamento e começam a vender os games que recebem antecipadamente no estoque. Na Austrália, por exemplo, "Pokémon Black" e "White", para Nintendo DS, já estavam sendo vendidos dias antes da data oficial.
Contudo, é extremamente raro (se não inédito) um caso como este em que um jogador comum consegue a cópia comercial do game direto da fábrica.
terça-feira, 22 de março de 2011
Análise Marvel vs Capcom 3 : Fate of Two Worlds
Fla galera segue a análise:
O mundo dos jogos de luta estava meio morto, até que a Capcom resolveu trazer de volta o maior ícone do gênero ao produzir "Street Fighter IV". Com a chegada de "Tatsunoko Vs. Capcom" não demorou muito para que os fãs da empresa pedissem pela volta de "Marvel Vs. Capcom" em foruns, blogs e redes sociais.
O clamor do povo foi ouvido e agora o embate das duas empresas marca seu retorno de forma primorosa e quase livre de problemas.
Para a vitória
A lista de lutadores é portentosa. Do lado da Capcom os clássicos Ryu, Akuma e Chun-li se reúnem com Amaterasu, Viewtiful Joe, Dante, Trish, Artur, C. Viper, Chris Redfield entre outros que formam um time praticamente de novos rostos. Já do lado da Marvel, é possível ver muitos retornos como a Tempestade, Hulk, Homem-Aranha e Dr. Destino, mas também há novidades, como a Fênix, Mulher-Hulk e X-23.
No total são 36 personagens que entram na pancadaria. Se comparado com o segundo jogo da série, "Marvel Vs. Capcom 2", são 20 personagens a menos, porém isso não é um problema, pois mesmo assim o número é bastante generoso e consegue abranger todos os tipos de jogador, desde aqueles que apenas usam magias, até os que gostam de jogar com personagens de arremessos ou combinações de botão.
Os combatentes possuem personalidade e características próprias, como as piadinhas de Deadpool ao inusitado uso de magias de Amaterasu. A variedade de golpes também é vasta e possui os mais diversos usos, como o braço biônico de Nathan Spencer que agarra os lutadores do outro lado da tela aos arroubos de ataques de raios do Sentinela ou as diversas armas usadas por Dante vindas diretamente de "Devil May Cry".
O combate fica restrito ao modo de três contra três consolidados em "Marvel VS. Capcom 2", não existem variações de modos de jogo, como combates em duplas ou solo. Porém isso também não é um ponto negativo, pois o objetivo é unir um trio e fazer com que eles saiam distribuindo pancadas e sopapos uns nos outros.
O estilo do game está mais para o recente "Tatsunoko VS. Capcom" do que o game anterior da série "versus". São quatro botões de ataque: fraco, médio, forte e o especial. Os três primeiros podem ser usados tanto para fazer combinações, quanto para acionar movimentos especiais, como magias e outros golpes. Já o botão especial permite levantar o adversário ao ar para fazer combos aéreos. Uma das boas novidades é que agora é possível trocar de lutador no meio de uma combinação aérea.
O interessante é que este novo esquema de botões agrada não só os veteranos dos jogos de luta, mas também é uma mão na roda para aqueles que não conhecem a série, sendo que o aprendizado é bem rápido. Sem falar que existe o modo simples, no qual não é necessário sequer saber fazer um comando especial. Além disso, o game possui um simpático modo chamado Missions, que vai ensinando o básico para os jogadores, como dar um golpe e como usá-los em combinação com outros ataques.
Outra característica bastante marcante fica por conta dos golpes especiais, exagerados ao máximo, como a rajada de raios que sai das mãos de Ryu ao canhão de prótons de Homem de Ferro - todos são um espetáculo à parte. O mais interessante é que os personagens podem unir seus ataques criando uma onda de destruição divertida e empolgante.
O combate online é bem programado e é possível jogar praticamente sem atrasos. Claro que tudo depende da conexão dos dois participantes, mas no geral, com acesso de 1 mbps é possível passar horas e mais horas disputando com um amigo do outro lado do país como se ele estivesse bem ao lado, usando um segundo controle.
No final das contas o que importa é que todos podem se divertir, seja um fã das histórias em quadrinhos que nunca pegou um controle de videogame na mão, seja o viciado em "Street Fighter" que passou a infância no fliperama do bairro.
Guerra Civil
Mesmo sendo bastante divertido e empolgante, existem pontos em "Marvel Vs. Capcom 3" que desapontam até o jogador mais entusiasta. Um dos pontos negativos fica para o modo online que não transmite as lutas para quem fica na fila de espera. O mais estranho é que isso não é uma tecnologia nova e foi desenvolvida pela própria Capcom em "Super Street Fighter IV".
Dessa forma, quem está na fila fica assistindo uma animação tosca dos cartões de estatísticas se batendo. Isso desestimula a participar de uma sala com mais duas pessoas - e se torna insuportável ficar no fim de uma fila de seis pessoas esperando por sua vez.
Além disso, existem alguns personagens desequilibrados, seja pelo poder de ataque de seus golpes, seja pelos danos recebidos ou mesmo pela velocidade incompatível com seu porte. Isso pode irritar quem leva o jogo mais a sério e espera por uma partida justa.
Claro que todos esses problemas podem ser contornados pelos jogadores, seja reduzindo o número de usuários das salas ou até criando regras próprias. Entretanto era de se esperar da Capcom um apuro melhor nesses pontos, afinal, é sabido que a empresa já fez melhor no passado.
O mundo dos jogos de luta estava meio morto, até que a Capcom resolveu trazer de volta o maior ícone do gênero ao produzir "Street Fighter IV". Com a chegada de "Tatsunoko Vs. Capcom" não demorou muito para que os fãs da empresa pedissem pela volta de "Marvel Vs. Capcom" em foruns, blogs e redes sociais.
O clamor do povo foi ouvido e agora o embate das duas empresas marca seu retorno de forma primorosa e quase livre de problemas.
Para a vitória
A lista de lutadores é portentosa. Do lado da Capcom os clássicos Ryu, Akuma e Chun-li se reúnem com Amaterasu, Viewtiful Joe, Dante, Trish, Artur, C. Viper, Chris Redfield entre outros que formam um time praticamente de novos rostos. Já do lado da Marvel, é possível ver muitos retornos como a Tempestade, Hulk, Homem-Aranha e Dr. Destino, mas também há novidades, como a Fênix, Mulher-Hulk e X-23.
Os combatentes possuem personalidade e características próprias, como as piadinhas de Deadpool ao inusitado uso de magias de Amaterasu. A variedade de golpes também é vasta e possui os mais diversos usos, como o braço biônico de Nathan Spencer que agarra os lutadores do outro lado da tela aos arroubos de ataques de raios do Sentinela ou as diversas armas usadas por Dante vindas diretamente de "Devil May Cry".
O combate fica restrito ao modo de três contra três consolidados em "Marvel VS. Capcom 2", não existem variações de modos de jogo, como combates em duplas ou solo. Porém isso também não é um ponto negativo, pois o objetivo é unir um trio e fazer com que eles saiam distribuindo pancadas e sopapos uns nos outros.
O estilo do game está mais para o recente "Tatsunoko VS. Capcom" do que o game anterior da série "versus". São quatro botões de ataque: fraco, médio, forte e o especial. Os três primeiros podem ser usados tanto para fazer combinações, quanto para acionar movimentos especiais, como magias e outros golpes. Já o botão especial permite levantar o adversário ao ar para fazer combos aéreos. Uma das boas novidades é que agora é possível trocar de lutador no meio de uma combinação aérea.
O interessante é que este novo esquema de botões agrada não só os veteranos dos jogos de luta, mas também é uma mão na roda para aqueles que não conhecem a série, sendo que o aprendizado é bem rápido. Sem falar que existe o modo simples, no qual não é necessário sequer saber fazer um comando especial. Além disso, o game possui um simpático modo chamado Missions, que vai ensinando o básico para os jogadores, como dar um golpe e como usá-los em combinação com outros ataques.
O combate online é bem programado e é possível jogar praticamente sem atrasos. Claro que tudo depende da conexão dos dois participantes, mas no geral, com acesso de 1 mbps é possível passar horas e mais horas disputando com um amigo do outro lado do país como se ele estivesse bem ao lado, usando um segundo controle.
No final das contas o que importa é que todos podem se divertir, seja um fã das histórias em quadrinhos que nunca pegou um controle de videogame na mão, seja o viciado em "Street Fighter" que passou a infância no fliperama do bairro.
Guerra Civil
Mesmo sendo bastante divertido e empolgante, existem pontos em "Marvel Vs. Capcom 3" que desapontam até o jogador mais entusiasta. Um dos pontos negativos fica para o modo online que não transmite as lutas para quem fica na fila de espera. O mais estranho é que isso não é uma tecnologia nova e foi desenvolvida pela própria Capcom em "Super Street Fighter IV".
Além disso, existem alguns personagens desequilibrados, seja pelo poder de ataque de seus golpes, seja pelos danos recebidos ou mesmo pela velocidade incompatível com seu porte. Isso pode irritar quem leva o jogo mais a sério e espera por uma partida justa.
Claro que todos esses problemas podem ser contornados pelos jogadores, seja reduzindo o número de usuários das salas ou até criando regras próprias. Entretanto era de se esperar da Capcom um apuro melhor nesses pontos, afinal, é sabido que a empresa já fez melhor no passado.
CONSIDERAÇÕES
O pedido foi atendido. Agora os fãs (quase) não têm do que reclamar, pois "Marvel Vs. Capcom 3" traz os personagens mais evidentes da editora de quadrinhos e da produtora de jogos. O game agrada não só os novatos por ter comandos fáceis de executar, como também é profundo o suficiente para fazer os veteranos se sentirem em casa. Ele até dá uma escorregada aqui e ali, mas é indiscutível que vai manter todos os jogadores ligados, dias e noites a fio disputando combates fantásticos e cheios de emoção.quinta-feira, 10 de março de 2011
Call of Juarez: The Cartel terá multiplayer cooperativo!!
Fla galera notícias para vcs,segue:
Call of Juarez: The Cartel vem levantado grandes discussões sobre seus cenários modernos. A Ubisoft anunciou novas informações sobre o jogo, deixando-o ainda mais interessante.
O jogo terá três protagonistas:
- Kim Evans, um agente do FBI
- Eddie Guerra, um polícia da DEA
- Ben McCall, um detective.
Cada um dos personagens contará com a sua própria campanha e um final diferente, garantindo uma grande re-jogabilidade no jogo e uma grande quantidade de missões.
Uma novidade também será o modo cooperativo, que poderá ser de até três jogadores em modo online.
Lista de Personagens de Marvel vs Capcom 3
Fla galera segue a lista de personagens do game Marvel vs Capcom 3 :
Marvel | Capcom |
Spider-Man Hulk Wolverine Mr Fantastic Captain America Iron Man War Machine (fato alternativo de Iron Man) Elektra Thor X-23 Magneto Dr Doom Shuma-Gorath Emma Frost Deadpool Super Skrull Taskmaster Juggernaut She-Hulk | Ryu Mike Haggar Frank West Chuck (fato alternativo de Frank West) Spencer (Bionic Commando) Dante Chris Morrigan Arthur Amaterasu Albert Wesker Zero Chun-li Viewtiful Joe Trish Tron Bonne Hsien-Ko Akuma Felicia |
Lista de Personagens do Dragon Ball Z Burst Limit
Fla galera vou mostrar a lista de personagens do jogo Dragon Ball Z Burst Limit,Segue:
Dragon Ball Z: Burst Limit teve sua lista de jogadores selecionáveis divulgada.
Dragon Ball Z: Burst Limit teve sua lista de jogadores selecionáveis divulgada.
O rol traz 21 jogadores até a saga Cell, sendo que alguns possuem mais de uma variação.
Confira a relação de personagens confirmados:
- Andróide número 16
- Andróide número 17
- Andróide número 18
- Bardock
- Broly (transformação Super Saiyajin lendário)
- Capitão Ginyu
- Cell (com versões até a transformação Perfect)
- Frieza (até a transformação 100% em sua forma final)
- Goku (com versões até a transformação Super Saiyajin)
- Gohan criança (potencial destrancado)
- Kuririn
- Nappa
- Piccolo (até a fusão com Nail)
- Raditz
- Rikum
- Saibaiman
- Gohan adolescente (até a transformação Super Saiyajin 2)
- Tenshinhan
- Trunks (com versões até a transformação Super Trunks)
- Vegeta (com versões até a transformação Super Vegeta)
- Yamcha
- Andróide número 16
- Andróide número 17
- Andróide número 18
- Bardock
- Broly (transformação Super Saiyajin lendário)
- Capitão Ginyu
- Cell (com versões até a transformação Perfect)
- Frieza (até a transformação 100% em sua forma final)
- Goku (com versões até a transformação Super Saiyajin)
- Gohan criança (potencial destrancado)
- Kuririn
- Nappa
- Piccolo (até a fusão com Nail)
- Raditz
- Rikum
- Saibaiman
- Tenshinhan
- Trunks (com versões até a transformação Super Trunks)
- Vegeta (com versões até a transformação Super Vegeta)
- Yamcha
segunda-feira, 7 de março de 2011
Detonado Alan Wake
Fala galera da Ideal Consoles Brasil hoje vou postar o detonado em video do jogo Alan Wake isso mesmo em video!!Segue:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Bom por hoje já da de Alan Wake,kkkkkkkkkkkkkk
Detonado Naruto Ultimate Ninja Storm 2
Fala galera da Ideal Consoles Brasil hoje vou postar o detonado de Naruto Ultimate Ninja Storm 2,segue:
Prologue Naruto’s Homecome:
Aqui é a volta de Naruto, a vila da Folha. Use as setas mostradas no mapa para chegar ao seu destino. Após chegar você vai querer visitar a vila, então não exite e vá. Use as casinholas de passarinhos para salavr seu progresso apertando B. Converse com Tsunade, siga para fora da Vila e tenha uma rápida luta com Sakura. Depois vai acontecer a a “Tutorial Boss Battle” com Kakashi. Tenha calma na hora de apertar os botôes e use sempre ajuda.
Condições da Batalha:
1 – Unable to use Ultimate Jutsu or Awakening / Incapaz de usar Ultimate Jutsu ou Awakening
2 – Oponnent immune to all bad status effects / Oponente imune a todos os efeitos malignos
Sobre Storms Point: com ajuda dos Storms Points, você conseguirá personagens e trajes secretos ocultos durante o Ultimate Adventure. O número de SP modifica durante seu desempenho.
* Chapter 1: The Kazekage’s Rescue:
Após sua luta com Kakashi, volte e converse com Tsunade. Faça as duas missões (super-fáceis) que ela pedir, em seguida siga até o Ichiraku Ramén com o Irura-Sensei. Após o “Skip” você vai estar na vila da areia como Kazekage Gaara. Ocorrerá sua segunda e decesiva Boss Battle contra Gaara. Inicialmente será uma batalha terrestre, mas após você detonar um certo ponto de vida do Deidara virá uma “SUPER-BATALHA AÉREA”.
Condições da Batalha:
1 – Unable to use Ultimate Jutsu or Awakening / Incapaz de usar Ultimate Jutsu ou Awakening
2 – Oponnent immune to all bad status effects / Oponente imune a todos os efeitos malignos
Controles da Batalha Aérea:
Mire no alvo.
Para atacar aperte X ou B.
Para liber a Chuva de Areia aperte Y + A
Após detonar deidara o gaara é levado por Deidara.
Após isso, siga até a mansão Hokage e converse com Tsunade. Agora, siga para a aldeia da areia. Converse com o Baki, em seguida faça a missão. Depois fale denovo com ele e siga para o portâo da areia, onde vai encontrar a Granny Chiyo. Agora o time Gai está a frente do Kisame. Agora com Neji e Tenten, detone os dois clones de Kisame. Agora com Gai e Lee detone o último Kisame.
Agora siga com Naruto e seu time até “Land of Rivers Border” onde vocês encontrarão o Itachi. Destrua Itachi comm o Kakashi e vocês verão que tanto Kisame, quanto itachi, são falosos.
Siga até o “Akatsuki Hideout Plains” onde encontrarão com o time Gai. Após a conversa, com Neji detone seu Fake, Com Tenten detone seu Fake, com Lee detone seu Fake e com Gai detone seu fake. Após isso, Sakura irá destruir a grande rocha que impede a entrada. Kakashi irá perguntar se você está pronto e responda “Yes”. Após entrar no esconderijo, Deidara irá fugir com Gaara. Siga ele até a parte com Troncos no rio. Agora você terá sua terceira Boss Battle contra Sasori:
Condições da Batalha:
1 – Unable to use Ultimate Jutsu or Awakening / Incapaz de usar Ultimate Jutsu ou Awakening
2 – Oponnent immune to all bad status effects / Oponente imune a todos os efeitos malignos
Após retirar uma pequena parte da vida de Sasori, ele irá usar “Iron Sand, Unleash” destruindo todo esconderijo. Tome cuidado e preste atenção nos comandos. Assim que destruir a Marionete de Sasori, ele não verá escolha e se transformará em “Real Form” agora são 100 VS 2. Tome bastante cuidado, e sempre que tiver uma brexa, corra até onde ele está sobreposto sobre o fio e aperte B várias vezes até derruba-lo no chão. Faça essa sequencia várias vezes, até que chegue a hora dos 12 x 101, após acertar todos os comandos, você venceu Sasori.
Agora com Naruto, detone completamente Deidara. Ápós o Skip, Kakashi parte pra cima. Mesma coisa que fez anteriormente. Após isso, veja a cena de Deidara se explodindo e de Gaara Ressucitando.
* Chapter 2: The Reunion:
Vá até a mansão Hokage e fale com Tsunade. No caminho você irá encontrar Iruka. Após falar com ela, siga até o “Training Fiel Vinicity” e lute contra Kiba. Após vence-lo volte para a “Hokage’s Mansion” e encontre o Shikamaru e Chouji. Agora você será atacado por “misterioso” alguém. Apenas lute e vença ele. Agora Sakura irá falar que você tem que ir até a Tsunade para conhecer o novo membro do Time 7.
Após chegar lá, você vai descobrir que o “misterioso” é seu novo aliado no time: SAI. Também, ficará sabendo que o Yamato irá substituir Kakashi na nova missão de vocês. Após a cena vá para o portão da vila. A missão de vocês é buscar e capturar Sasuke e o Orochimaru. Agora siga pra fora do território de Konoha. Após passar de uma determinada parte, você irá lutar contra o Yamato para testar suas habilidades com seu novo parceiro. Apenas vença ele. Agora para o “Near Tenchi Bridge”, ou melhor dizendo, os arredores da Ponte do Céu e da Terra. Depois clique em “Yes” e vocês irão encontrar o Kabuto e o Orochimaru. Na Tenchi Bridge, após a cena, Naruto se enfurece com as provocações do Orochimaru, e agora sua tarefa é derrotar nosso quarto Boss: Orochimaru.
Condições da Batalha:
1 – Unable to use Ultimate Jutsu or Awakening / Incapaz de usar Ultimate Jutsu ou Awakening
2 – Oponnent immune to all bad status effects / Oponente imune a todos os efeitos malignos
Inicialmente você estará sobre o efeito normal, mas depois de retirar alguma vida do Orochimaru e apertar a sequencia dos combos, você entrará em 4 Caudas. Agora, você terá de lançar inúmeras vezes esferas de Chakra vermelho no Orochimaru, e em suas cobras. Existem 2 modos dos Tiros: o primeiro é um tiro que causa um dano razoável, o segundo é o “Chakra Cannon”.
Controles:
- Analógico direito movimenta e mira
- Chakra Gun: B ou X
- Chakra Cannon: Y + B ou Y + X
Após ter feito isso tudo e retirado a vida do Orochimaru a ponto de barra final, faça a sequencia dos Combos e finalize-o com o Ultimate Chakra Cannon.
Agora você estará sobre o controle de Yamato. Encontre o Naruto depois da Tenchi Bridge, agora você e Sakura terão de enfrenta-lo (Ele ainda está com 4 Caudas). Após vence-lo, ele retorna a seu estado normal, e, vocês continuarão a missão. Agora, siga até o “Orochimaru’s Hideout”. Agora siga até o outro lado da área do esconderijo onde você irá encontrar o Sai traidor. Apenas converse e lute com ele e ele deixa de ser traidor e entra no seu time denovo. Após a ceninha o Kabuto aparece e ta na hora da Sakura e o Yamato detonar esse “homenzinho”. Após vence-lo, continue sua missão e mais uma vez atravesse a área e de de cara com seu Boss…
Condições da Batalha:
1 – Unable to use Ultimate Jutsu or Awakening / Incapaz de usar Ultimate Jutsu ou Awakening
2 – Oponnent immune to all bad status effects / Oponente imune a todos os efeitos malignos
É o Sasuke! Após a cena, ele vai começar com uns ataques meio-apelões, mas você terá sua equipe, portanto use LT ou RT para chamalos. Após tirar alguma parte de vida dele ele vai usar o “Chidori Stream” e você terá de acertar os combos. Após fazer esta partew, vamos relembrar do passado e entrar numa batalha no Vale do Fim, entre Naruto e Sasuke. Essa batalha é apenas uma pequena parte, mas os controles continuam sendo os mesmos, só muda os combos feitos, os personagens e o local. Após retirar mais um pouco de vida, chega a parte final. Ele usará o Goukakyou no Jutsu e você começa a formar os combos, após isso você estará fazendo um Giant Rasengan e ele um Chidori Sword; coisa simples, aperte o botão várias vezes até jogar o Sasuke pra loge e detona-lo.
É o Sasuke! Após a cena, ele vai começar com uns ataques meio-apelões, mas você terá sua equipe, portanto use LT ou RT para chamalos. Após tirar alguma parte de vida dele ele vai usar o “Chidori Stream” e você terá de acertar os combos. Após fazer esta partew, vamos relembrar do passado e entrar numa batalha no Vale do Fim, entre Naruto e Sasuke. Essa batalha é apenas uma pequena parte, mas os controles continuam sendo os mesmos, só muda os combos feitos, os personagens e o local. Após retirar mais um pouco de vida, chega a parte final. Ele usará o Goukakyou no Jutsu e você começa a formar os combos, após isso você estará fazendo um Giant Rasengan e ele um Chidori Sword; coisa simples, aperte o botão várias vezes até jogar o Sasuke pra loge e detona-lo.
Após a cena, você estará de volta a vila, e, receberá uma mensagem da Sakura, pedindo para encontra-la em frente a mansão Hokage.Após seguir para as escadas, você encontrará com o Kakashi e o Yamato.
Siga até o Training Field para começar seu treinamento. Agora lute contra o Kakashi e Yamato.
* Chapter 3: The Immortal Akatsuki:
Após vence-los, uma cena irá acontecer e irão aparecer seus vilões deste capítulo: Kakuzu e Hidan. Após a conversa com Gai, com Aasuma siga até o Training Fiel e converse com o Kakashi, Naruto e Yamato. Após falar com eles, você como Asuma, estará enfrentando o Naruto. Apenas vença; após vence-lo Asuma vê que o Fuuton de Naruto é bom, mas precisa treino. Agora mais uma vez como Asuma, volte para a vila e encontre a Kurenai. Agora siga para a mansão Hokage, e converse com a Tsunade, e você ficará sabendo da situação atual dos ataques de Kakuzu e Hidan e, você deve investigar e por um fim no problema com sua equipe.
Agora, siga para fora da vila. No Leaf Highway você encontrará Sakura e Sai que lhe desejarão boa sorte. Após falar com eles, você se torna e Naruto e, volte para a vila; no caminho você irá encontrar e conversar com a Kurenai. Após a cena, Asuma e seu time irão encontrar com os dois Akatsukis. Com Asuma, detone o Hidan, mas pouco irá adiantar pois o Asuma será morto por ele.
Após a morte de Asuma, Chouji e Ino chegam ao resgate. Detone o Hidan com Shikamaru e Chouji. Após vence-los, você assistirá a cena do Funeral de Asuma. Após a cena, se você estiver preparado converse com o Kakashi apertando B. Agora é Naruto vs Kakashi!
Após vence-lo, Izumo irá surgir dando a notícia da morte de Asuma; agora com Naruto, Kakashi e Yamato, siga até a mansão Hokage e converse com Shikamaru. Agora continue seguindo e fale com Tsunade.
Após vence-lo, Izumo irá surgir dando a notícia da morte de Asuma; agora com Naruto, Kakashi e Yamato, siga até a mansão Hokage e converse com Shikamaru. Agora continue seguindo e fale com Tsunade.
Após falar com Tsunade, Kakashi parte na missão com Shikamaru, Ino e Chouji. Após isso, ocorre a cena em que Kakuzu e Hidan partem e Shikamaru conversa com Ino, Chouji e Kakashi. Com Shikamaru no comando, leve seu time até o Training Field Vinicity e siga pela floresta da Morte até o local indicado onde acontecerá uma sequencia de batalhas. Selecione “Yes” e você irá começar a vingança para o Asuma. Comece com Shikamaru vs Hidan e Kakuzu; detone o Hidan, e, em seguida Kakashi vs Kakuzu. Após detona-lo, você estará de volta a Konoha, no treinamento de Naruto, onde, Tsunade irá aparecer e mandará você e Yamato da suporte ao Time Asuma. Siga até a Floresta da Morte e em seguida ao mesmo local onde está ocorrendo a batalha contra os Akatsukis (Forest of Dath Trees).
Após a cena dos reforços chegando a Kakashi, você estará na pele do Shikamaru mais uma vez contra o Hidan. Apenas vença e, em seguida, você irá estraçalhar ele e enterra-lo na area reservada do Clãn Nara. Após isso você irá enfrentar o Boss do capítulo: Kakuzu.
Condições da Batalha:
1 – Unable to use Ultimate Jutsu or Awakening / Incapaz de usar Ultimate Jutsu ou Awakening
2 – Oponnent immune to all bad status effects / Oponente imune a todos os efeitos malignos
Inicialmente, será uma batalha normal até um certo ponto de vida que você retirou do Kakuzu. Após retirar um pouco de vida, começa a primeira parte dos combos. Após feito isso, ele irá se fundir com seus dois corações restantes. Tome muito cuidado pois ele está sob efeito Awakening. Ele irá lançar alguns tufôes de vento e de fogo, e ele é muito “escorregadio”, portanto, aconselho usar o Rasengan ou Giant Rasengan )Y + B). Após retirar mais um pouco de vida dele, ele irá liberar um tipo de “fios” e irá se pendurar entre duas árvores. Agora irá muito lembrar o primeiro game, Naruto vs Shukaku, pois o gameplay desta parte é quase identico. Desvie de todos os tufões de ar que ele mandar e, sempre que vir uma movimentação estranha na terra pule pois ele está usando seus “fios”.
Também ê uns super-pulos para atingi-lo e use também as Shurikens. Após ele usar uma super-combinação de Fuuton e Katon, ele ficará cançado, e, é sua chance de puxa-lo para fora dos fios. Aperte B enlouquecidamente até ele sair. Repita isso algumas vezes até a barra de vida dele ficar vermelha, ai você irá finaliza-lo com o Combo do Fuuton: Rasen-Shuriken (Wind Style: Rasen-Shuriken).
* Chapter 4: Hebi Formation:
Logo após você detonar o Kakuzu, outra cena se incia no esconderijo do Orochimaru onde Sasuke está treinando. Logo após esdta cena, outra cena se inicia com Orochimaru e Kabuto conversando sobre como será quando Orochimaru tomar o corpo de Sasuke; no entanto, Sasuke decidido á não entregar seu corpo, parte pra cima do Orochimaru. Apenas vença-o. Logo após a cena, siga com Sasuke até “Forest of Death Trees” (local da batlha contra Kakuzu), onde Suigetsu o primeiro integrante de seu time irá aparecer e irá querer lutar. Apenas vença0o e ele verá que ser um seguidor do Sasuke, pode ter suas “vantagens”.
Após a conversa, com Suigetsu na sua equipe, siga até o “Soulthern Hideout” onde vocês vão buscar seu segundo membro: Karin. Após chegar paerto de uma rocha dentro de uma árvore, Sasuke usará o “Kai” e um selo irá aparecer e a pedra irá sair do local. Siga pelo caminho e, um Genjutsu irá surgir. Você terá de encontrar 3 selos de liberaçõa. Eis os locais onde eles estão:
- No ínicio, logo após sua chegada, no lado esquerdo, três materiais antes aprte B e arranque o selo.
- O segundo, na segunda área na árvore. Aperte B e arranque-o.
- O último, está na terceira área na árvore perto do mar.
Após reitrar os 3 selos, o genjutsu será desfeito e aparecerá um Fake Sasuke & Suigetsu. Apenas vença-os. Após isso, siga pelo mar até chegar na entrada do esconderijo, e, continue seguindo. Agora você vai conversar com a Karin. Após isso, pronto! Ela entrou no seu time.
Após conseguir dois membros do seu time, está na hora de conseguir o terceiro. Siga para o “Northern Hideout”. Na metade do caminho, vai ter uma pequena conversa, mas continue seu caminho normal. Mas o esconderijo fica ao lado do esconderijo do Orochimaru, portanto é só você voltar de onde começou. Após a Karin quebrar o selo, continue seguindo. Agora dentro do esconderijo, para abrir o portão, você terá de encontrar 2 pergaminhos que estão na mesma área. Apenas destrua alguns vasos e procures em lugares escondidos que você os achará. Lembrando que pra cada game é um esconderijo diferente. Após encontrar os dois pergaminhos, passe pelo portão e continue seguindo a seta até o esconderijo do Norte. Agora voc~e encontrou o Jugo; ele está louco e sedento pra matar. Após a “amigavel” conversa, detone Jugo com o Suigetsu. Após vence-lo, é a vez do Sasuke acabar com o Jugo. Apenas vença-o.
Após isso, Jugo entrará para o seu time e a equipe está formada. Objetivo: Matar Uchiha Itachi. Agora, continue seguindo as setas até a “Forest of Quiet Moviment” onde nós iremos enfrentar o Deidara. Apenas vença-o. Após isso, Deidara estará mais furioso e a verdadeira batalha irá começar entre Sasuke e Deidara. Agora ele estará sobre o C2 Karura, portanto tome muito cuidado; após vence-lo, ele estará insano e se auto-explodirá, mas nada irálhe acontecer fique tranquilo :). E continue seu caminho de vingança.
* Chapter 5: Brothers:
Continue seguindo as setas até a rota da Folha, onde a Hebi irá se separar, e, você como o Sasuke deve continuar seguindos as setas até encontrar o Itachi. Tenha uma breve batalha com ele, regras básicas, apenas vença e consiga a informação de onde irá acontecer ou não a vingança. Após passar pela ponte do caminho da Tenchi Bridge, numa rocha a direita desfaça o Genjutsu, salve o game e prossiga. No “Near of Uchiha Hideout” você encontrará o Kisame que dirá que apenas o Sasuke pode ir. Ainda na conversa com o Kisame, Suigetsu decidido a ter a Samehada, irá lutar contra ele. Apenas vença o Kisame e prossiga com Sasuke.
Continue seguindo as setas até o morro, opnde se pode ver o Esconderijo Uchiha. Se você estiver preparado para nosso Boss: Uchiha Itachi, se tiver pronto, pressione “Yes”.
Condições da Batalha:
Inicialmente, uma batalha normal, no entanto, se você atirar Shurikens com força e ricochetear nas do Itachi aparecerar o combo para pressionar “A” enlouquecidamente, e, isto vale direto até começar o combo legitimo. Após retirar algumas vidas dele vocês usarão o Fire Ball Jutsu (Goukakyou no Jutsu) e terão que apertar os comandos enlouquecidamente, em seguida, ele usará o Amaterasu você continuará a fazer os combos e chegando na área superior, você irá fazer o Kirin. Após estourar a cabeça de Itachi, ele se levantará e mostrará seu trunfo: Susano’o. Simples, apenas desvie da lâmina dele, e sempre que houver uma brecha, chegue perto e ataque com tudo, inicialmente ele se defende, mas como está fraco, a sua defesa é destruida e, feito isso ele está vulnerável. Depois de retirar mais vida dele, acontecerá a sequencia dos combos e pronto! você o detonou. Mas ainda não acabou! Ele se levanta! Não precisa atacar, basta apenas fugir dele e cuidado com os tropeços; após encostar em uma parede, sem saída!! Brincadeira, Itachi simplismente irá machar uma parte de seu rosto, fazendo seus poderes passarem para você e, finalmente a vingança de Sasuke está completa.
* Chapter 6: The Tale of Jiraya the Gallant:
Após a cena do encontro na vila da chuva entre Pain e Tobi, Jiraya decide ir atrás do líder da Akatsuki e faz uma aposta com Tsunade, que, se ele morrer ela ganha a aposta… Após estas imensas conversas, com Jiraya, siga até a “Tenchi Bridge” . Mas no caminho jiraya irá descansar e irá lembrar de uns ensinamentos que passou ao Naruto. Portanto, na lembrança o Naruto será seu oponente e você deve ganha-lo. Após isso, continue seguindo seu caminho até a Tenchi Bridge. Após chegar lá, Jiraya irá se transformar em um sapo e pulará no rio abaixo da Ponte.
Logo após isso, Pain irá sentir a presença do intruso. Após se trnadormar denovo em Humano e, ver as cenas, continue seguindo as setas até o local onde você irá lutar contra Konan. Após vence-la, está na hora de seu Boss: Pain.
Condições da Batalha:
1 – Unable to use Ultimate Jutsu or Awakening / Incapaz de usar Ultimate Jutsu ou Awakening
2 – Oponnent immune to all bad status effects / Oponente imune a todos os efeitos malignos
Se você estiver preparado, aperte “Yes”. Esta luta possui duas partes que são:
- Inicialmente ele usará um Kuchiyose e estará em cima de um Carangueijo gigantesco. Ataque sempre utilizando ou o Rasengan ou o Katon. Sempre procure atacar por sua parte traseira e após retirar mais algumas “energias” não vidas, ele usará outro Kuchiyose e você terá que detonar um passaro no ar. Após retirar uma vida dele, vem o combo e você estará como “Sage Mode” (Modo Sennin). A batalha será 1 contra 3 e sempre que tiver uma brecha use o Giant Rasengan em um dos Pain, até retirar toda a vida dos três, abrindo então, a segunda parte da luta.
- Após detonar os três, outro combo se incia. Preste atenção e se acalme para não errar. Após os combos surge os 6 Pains; esta será uma luta injutsa pois você mal se defenderá e seus ataques estão muiyo lerdos. Após eles retirarem mais vidas suas, você estará em um estado pior, e não irá conseguir fazer nada. Após eles retirarem mais vidas sua, você começará um combo com um Rasengan que destruira o caminho das Bestas Malditas, e, infleizmente, Jiraya morrerá.
* Final Chapter: The Tale of Naruto’s Uzumaki:
De volta a vila como Naruto, Tsunade informa sobre uma cliente par fazer uma missão. Após a conversa, siga até a “Leaf Forest”, onde você irá conversar com uma senhora. Você receberá uma missão, e, continue seguindo as setas até o local. no “Near Forest of Quiet Moviment” haverá um guarda, que, para deixa você passar, será nescessário acertar as resposta que são:
- 1º: Grains of the Desert
- 2º: Gathered in the Wind
- 3º: A Desert Rose
Feito isso, o caminho está liberado. Quando entrar na floresta, o Gaara irá aparecer e tentará te impedir. Apenas vença-o e complete a missão.
Após ter feito a missão, volte para a vila, e, siga para a mansão hokage, onde você terá de conversar com a Tsunade. No camonho você irá encontrar o Kakashi, que, irá lhe acompanhar até a mansão Hokage, portanto, continue. Chegando lá, Fukasaku dá a triste notícia que Jiraya foi morto pelos Pains. Naruto se revolta, e, indignado sai do escritório. Com Naruto bem lento e tristonho, siga as setas até o Portão da Folha, onde, uma sequencia de cenas entre Naruto e jiraya irá acontecer.
Após estas cenas, no dia seguinte, Fukasaku diz que se Naruto quer derrotar os Pains, ele tem que ir para o Monte Myoboku treinar. Naruto aceita, portanto, siga com ele até o inicio da vila (primeira parte do game, onde você começou.) e converse com o Fukasaku e vá para o Monte Myoboku.
Após chegar lá, seu primeiro desafio é detonar com seus parceiros de equipe. Feito isso, Naruto estará esgotado, e, adormecerá. Enquanto ele adormece, Pain se prepara. Quando Naruto acorda, Fukasaku diz que ele tem que aprender a ficar imóvel como se a atmosfera em volta fosse você e dominar seu chakra para molda-lo e, dominar inúmeras técnicas. Após estas cenas, siga para onde você chegou e lute contra o “Jiraya”, feito isso, você competou a segunda tarefa do treino. Após isso, você estará na vila da areia, no controle de Kakashi, após ele ter completado com êxito sua missão.
Siga com Kakashi até a vila da Folha, no meio do caminho, você ouvirá algumas coisas estranhas vindo da direção onde está a vila. Após chegar na “Leaf Village Forest”, você ouvirá outro estrojdo, e aparecerá a cena de Konoha desimada, e quando o Pain ia retirar a informação do Iruka, você irá surgir para defende-lo. Apenas vença ele, que o seu reforço irá chegar: Chouji e Ino! agora derrote o Pain mais uma vez e, infelizmente, você será morto…
No controle de Sakura dirija-se até a´área onde está acontecendo o combate. Lá, você irá encontrar o time Kurenai enfrentando a Konan. Com Kiba no comando detone a Konan e, em seguida com Sakura, continue sua rota seguindo as setas até encontrar a Tsunade. Quando encontra-la, ela estarás frenta-a-frente com o Pain; com o controle de Tsunade e com a ajuda de Shikamaru e Sakura detone o Pain e, em seguida com Sakura e Shikamaru siga até a outra área.
Após feito isso, se iniciará outra cena em que Pain, usará o Shinra Tensei em toda vila, e Naruto irá aparecer e começará a batalha contra seu último Boss: Pain
Condições da Batalha:
1 – Unable to use Ultimate Jutsu or Awakening / Incapaz de usar Ultimate Jutsu ou Awakening
2 – Oponnent immune to all bad status effects / Oponente imune a todos os efeitos malignos
Este Boss se divide em 3 partes:
- Inicialmente uma batalha normal, você estará sobre grande vantagem com o Modo Sennin e após retirar algumas vidas dele, ocorerá a sequencia de combos onde você lançará o Fuuton Rasen-Shuriken nos Pains, os sapos irão lhe ajudar, Hinata irá se sacrificar por você e, você furioso, se tornará 6 Caudas, abrindo a segunda parte do Boss.
- Parte parecida com a do Orochimaru, só que o Pain usará o “Celestial Destruction” e estará flutuando sobre uma pedra e você terá se usar os comandos Y ou X para ataca-lo e, quando ele for descer para descansar, utilize B para dar um super-corte nele.
Feito isso algumas vezes, entra outro combo em que você conhecerá seu pai o 4º Hokage (Minato Namikaze) e você está prestes a quebrar o selo, mas seu pai o re-faz e você volta a consciência e enfrentará o Pain na terceira parte.
- Voltando aqo estado normal, vira uma batalha comum em que você lutará com ele com tudo e quando a vida dele estiver no final ,não exite e faça todos os combos para detona-lo com um Rasengan.
Após feito isso, o “Pain” está destruido, mas depois, Naruto irá atrás do “Verdadeiro Pain” e, essa parte é só o final do Ultimate Adventure.
FIM.
* Fragment: The Eight Tails Jinchuriki:
Após completar todos os capítulos, pe aberto um secreto que mostra a saga de Sasuke na Akatsuki. Após conversar com Madara, siga as setas para a Vila Oculta da pedra, onde você irá encontrar Killer Bee, o Jinchuriki de 8 caudas.
Nele são 3 batalhas com níveis diferentes, a primeira ele está normal, apenas ele quer ver suas habilidades, a segunda ele entra em modo de 8 caudas e é mais díficil derrota-lo e a terceira ainda com 8 caudas ele está com menos poder e menos vida.
Após vence-lo, é só retornar até o esconderijo e pronto o capítulo fragmento!
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